Passagem por 20 álbuns ímpares da década de 70
Não é só Joni Mitchell que tem direito a passagem dupla nesta escolha de 20 álbuns da década de 70, em relação a David Bowie também me vieram logo à memória dois LP que muito apreciei (e aprecio), foram "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" (1972), que já recordei e "Low" decorria o ano de 1977.
"Low" é o primeiro de três álbuns que constituíram a "trilogia de Berlim" (na realidade "Low"começou a ser gravado nos EUA, continuado em França e terminado em Berlim), os outros foram "Heroes" (1977) e "Lodger" (1978) e tiveram a colaboração de Brian Eno e Toni Visconti. Depois das personagens "Ziggy Stardust" e "Thin White Duke" e da experiência em drogas, David Bowie "refugia-se" em Berlim, onde podia passar despercebido, e desenvolve os seus diversificados caminhos musicais por novos terrenos a fazerem parte do Rock Experimental.
"Low" é um álbum extremamente influenciado por Brian Eno, em particular o lado B, em "David Bowie - Três décadas de metamorfoses" lê-se: "A crítica não sabia o que dizer do lado B de Low. Gelado, matemático, Low é acima de tudo a utilização do veículo rock para a divulgação popular da avant-garde musical europeia, o que não parecia preocupar Bowie, indiferente às reacções e consequências já visíveis."
"Low" não alcançaria grande êxito e as vendas foram reduzidas, o reconhecimento viria anos mais tarde.
A abrir o lado B estava "Warszawa", um tema fundamentalmente instrumental escrito em parceria com Brian Eno.
David Bowie - Warszawa
Para uns recordações, para outros descobertas. São notas passadas, musicais e não só...
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segunda-feira, 1 de julho de 2019
domingo, 23 de junho de 2019
David Bowie – Ziggy Stardust
Passagem por 20 álbuns ímpares da década de 70
Avanço mais um ano, para 1972, onde escolho mais 3 álbuns, o primeiro dos quais é o inevitável "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" de David Bowie.
David Bowie (1947-2016), ele próprio figura ímpar da cena Rock mundial, teve na década de 70 os seus mais produtivos e também mais importantes trabalhos discográficos. 11 álbuns foram quantos contabilizei, que nos deram a conhecer um David Bowie em múltiplas facetas.
Se é verdade que David Bowie já era uma figura bem conhecida do Rock, não fossem canções como "Space Oddity" (1969), "The Man Who Sold the World" (1970) ou ainda "Changes" (1971) é com a edição de "Ziggy Stardust" (simplificando a designação) e a respectiva tournée mundial que o fenómeno David Bowie atinge proporções que talvez não se conhecessem desde o surgimentos dos The Beatles. Paradoxalmente só mais no final da década é que eu dei conta da importância desde disco.
David Bowie criou a personagem Ziggy Stardust, estrela Rock extraterrestre que vem à Terra para a salvar, sendo a personagem levada a tal ponto que o próprio se confunde com ela. "... Bowie assemelha-se perigosamente à personagem que tinha ajudado a criar, "Penso que já não existe grande diferença entre o que eu faço em palco e fora dele. Sou raramente David Jones." lê-se em "David Bowie, Três décadas de metamorfoses", edição Centelha, 1983.
"Ziggy Stardust" foi o que de melhor a década de 70 nos deixou e desde então tem vindo a recolher praticamente de forma unânime os mais rasgados elogios pelos mais diversos críticos, é, na realidade, um disco perfeito, um disco que é uma raridade tal a perfeição que alcança. Difícil de igualar.
Fica-se com a faixa de abertura "Five Years", que beleza!
David Bowie - Five Years
Avanço mais um ano, para 1972, onde escolho mais 3 álbuns, o primeiro dos quais é o inevitável "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" de David Bowie.
David Bowie (1947-2016), ele próprio figura ímpar da cena Rock mundial, teve na década de 70 os seus mais produtivos e também mais importantes trabalhos discográficos. 11 álbuns foram quantos contabilizei, que nos deram a conhecer um David Bowie em múltiplas facetas.
Se é verdade que David Bowie já era uma figura bem conhecida do Rock, não fossem canções como "Space Oddity" (1969), "The Man Who Sold the World" (1970) ou ainda "Changes" (1971) é com a edição de "Ziggy Stardust" (simplificando a designação) e a respectiva tournée mundial que o fenómeno David Bowie atinge proporções que talvez não se conhecessem desde o surgimentos dos The Beatles. Paradoxalmente só mais no final da década é que eu dei conta da importância desde disco.
David Bowie criou a personagem Ziggy Stardust, estrela Rock extraterrestre que vem à Terra para a salvar, sendo a personagem levada a tal ponto que o próprio se confunde com ela. "... Bowie assemelha-se perigosamente à personagem que tinha ajudado a criar, "Penso que já não existe grande diferença entre o que eu faço em palco e fora dele. Sou raramente David Jones." lê-se em "David Bowie, Três décadas de metamorfoses", edição Centelha, 1983.
| Edição portuguesa de 1972 com a ref: PL-14702 |
"Ziggy Stardust" foi o que de melhor a década de 70 nos deixou e desde então tem vindo a recolher praticamente de forma unânime os mais rasgados elogios pelos mais diversos críticos, é, na realidade, um disco perfeito, um disco que é uma raridade tal a perfeição que alcança. Difícil de igualar.
Fica-se com a faixa de abertura "Five Years", que beleza!
David Bowie - Five Years
sexta-feira, 1 de março de 2019
David Bowie - Changes
1971 - Algumas escolhas de Miguel Esteves Cardoso
Em 1971 David Bowie publicava o seu 4º, de 25, álbum de originais de toda a sua discografia.
Iria ser particularmente bem recebido e lançar o seu nome a um público mais vasto. São dele canções bem conhecidas como "Oh! You Pretty Things" e "Life on Mars?".
Na selecção referente ao ano de 1971 Miguel Esteves Cardoso destaca este disco com 5 estrelas dizendo sobre ele:
"O primeiro álbum monumental de Bowie, com influências dos Velvets (em "Queen Bitch", uma ode decadente à bissexualidade) mas com uma visão inteiramente nova que em 1980 ainda não foi exorcizada - o mundo da moda, da roupa, do hedonismo exaltado é traçado com relevo impressionante em canções soberbas, impregnadas de surrealismo e de fantasia. "Bewlay Brothers", "Changes", "Oh You Pretty Things" e "Life on Mars" estão entre as canções fundamentais da década."
Termino hoje com "Changes", mais uma grande canção de David Bowie.
David Bowie - Changes
Em 1971 David Bowie publicava o seu 4º, de 25, álbum de originais de toda a sua discografia.
Iria ser particularmente bem recebido e lançar o seu nome a um público mais vasto. São dele canções bem conhecidas como "Oh! You Pretty Things" e "Life on Mars?".
| Edição portuguesa em vinil com a ref: PL 13844. 680$00 (3,2€) em Junho de 1986 |
Na selecção referente ao ano de 1971 Miguel Esteves Cardoso destaca este disco com 5 estrelas dizendo sobre ele:
"O primeiro álbum monumental de Bowie, com influências dos Velvets (em "Queen Bitch", uma ode decadente à bissexualidade) mas com uma visão inteiramente nova que em 1980 ainda não foi exorcizada - o mundo da moda, da roupa, do hedonismo exaltado é traçado com relevo impressionante em canções soberbas, impregnadas de surrealismo e de fantasia. "Bewlay Brothers", "Changes", "Oh You Pretty Things" e "Life on Mars" estão entre as canções fundamentais da década."
Termino hoje com "Changes", mais uma grande canção de David Bowie.
David Bowie - Changes
terça-feira, 29 de maio de 2018
David Bowie - Moonage Daydream
A Flauta no Rock
Uma canção de David Bowie com flauta?
Sim, é verdade. Não uma mas várias são as canções onde se pode ouvir o som da flauta.
É verdade que a primeira reacção é de duvidar que alguma canção de David Bowie tenha flauta, dir-se-ia que não é o instrumento que mais se espera ouvir na sua música. No entanto, lembrando um pouco, basta ir ao último disco que David Bowie nos deixou para reparar que a flauta estava presente na imbricada orquestração de "Sue (Or in a Season of Crime)" e ainda subtilmente na vanguardista "★" (blackstar).
E recuando no tempo, ela é também audível em "Space Oddity" logo em 1969.
Avanço uns anos e no inexcedível "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" procuro pela flauta e acabo por a encontrar, por breves momentos, em "Moonage Daydream".
"Moonage Daydream" é um clássico do Rock e integra um dos melhores, senão o melhor, álbum da década de 70. Antes do solo final de guitarra de Mick Ronson note-se o dueto entre o saxofone e a flauta. Bonito, não?
David Bowie - Moonage Daydream
Uma canção de David Bowie com flauta?
Sim, é verdade. Não uma mas várias são as canções onde se pode ouvir o som da flauta.
É verdade que a primeira reacção é de duvidar que alguma canção de David Bowie tenha flauta, dir-se-ia que não é o instrumento que mais se espera ouvir na sua música. No entanto, lembrando um pouco, basta ir ao último disco que David Bowie nos deixou para reparar que a flauta estava presente na imbricada orquestração de "Sue (Or in a Season of Crime)" e ainda subtilmente na vanguardista "★" (blackstar).
E recuando no tempo, ela é também audível em "Space Oddity" logo em 1969.
Avanço uns anos e no inexcedível "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" procuro pela flauta e acabo por a encontrar, por breves momentos, em "Moonage Daydream".
| Edição portuguesa de 1972, referência PL-14702 |
| Etiqueta com o preço 370$00, aprox. 1,85 € |
"Moonage Daydream" é um clássico do Rock e integra um dos melhores, senão o melhor, álbum da década de 70. Antes do solo final de guitarra de Mick Ronson note-se o dueto entre o saxofone e a flauta. Bonito, não?
David Bowie - Moonage Daydream
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
David Bowie - Space Oddity
Os arranjos de Paul Buckmaster nos anos 60 e 70
Paul Buckmaster é uma figura do mundo musical Pop-Rock que teve particular relevo nos anos 60 e 70 como arranjador de discos de artistas como David Bowie, Leonard Cohen e Elton John.
Canções que se tornaram célebres tiveram um contributo decisivo com os arranjos musicais prestados por Paul Buckmaster que, para além de arranjador, é também violoncelista e compositor.
Comecemos então pelo que julgo ter sido a primeira participação de Paul Buckmaster no mundo Pop.
Estamos em 1969 e enquanto o Homem dava os primeiros passos na lua, David Bowie dava-os também no seu 2º LP, "David Bowie" no original, "Man of Words/Man of Music" nos Estados Unidos e mais tarde "Space Oddity" a faixa do sucesso e que deu a conhecer David Bowie ao mundo.
Apresentado pelo produtor Gus Dudgeon a David Bowie, Paul Buckmaster vai colaborar em duas faixas do álbum, respectivamente "Space Oddity" e "Wild Eyed Boy from Freecloud" (edição em Single).
É com "Space Oddity" que ficamos mais uma vez. Os arranjos são de David Bowie e Paul Buckmaster e o violoncelo é deste último, já agora, curiosidade, Rick Wakeman toca Mellotron.
David Bowie - Space Oddity
Paul Buckmaster é uma figura do mundo musical Pop-Rock que teve particular relevo nos anos 60 e 70 como arranjador de discos de artistas como David Bowie, Leonard Cohen e Elton John.
Canções que se tornaram célebres tiveram um contributo decisivo com os arranjos musicais prestados por Paul Buckmaster que, para além de arranjador, é também violoncelista e compositor.
Comecemos então pelo que julgo ter sido a primeira participação de Paul Buckmaster no mundo Pop.
Estamos em 1969 e enquanto o Homem dava os primeiros passos na lua, David Bowie dava-os também no seu 2º LP, "David Bowie" no original, "Man of Words/Man of Music" nos Estados Unidos e mais tarde "Space Oddity" a faixa do sucesso e que deu a conhecer David Bowie ao mundo.
Apresentado pelo produtor Gus Dudgeon a David Bowie, Paul Buckmaster vai colaborar em duas faixas do álbum, respectivamente "Space Oddity" e "Wild Eyed Boy from Freecloud" (edição em Single).
| Texto da contra-capa de "Space Oddity" edição portuguesa de 1983 |
É com "Space Oddity" que ficamos mais uma vez. Os arranjos são de David Bowie e Paul Buckmaster e o violoncelo é deste último, já agora, curiosidade, Rick Wakeman toca Mellotron.
David Bowie - Space Oddity
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
David Bowie - Sound And Vision
SoundbreakingO sétimo episódio de “Soundbreaking” intitula-se “Som e Visão” e tem como tema central a importância da imagem na música popular.
A década de 80 é por excelência a década em que o vídeo atingiu maior importância na divulgação da música Pop-Rock. Em 1980 “Video Killed the Radio Stars” dos Bungles abriu as hostilidades e em 1981 nasce a MTV que vai transformar o modo de se “ouvir” música. Não é que a imagem não tivesse anteriormente importância, pelo contrário, primeiro tivemos os filmes musicais, depois programas de televisão de divulgação musical.
Na década de 60, The Beatles, por exemplo, eram extremamente visuais sendo as suas músicas normalmente acompanhadas de um clip.
E na década de 70 os Roxy Music, David Bowie ou os Queen vieram, definitivamente, introduzir o visual na música popular.
“David Bowie foi o antecessor de muitos artistas da MTV” afirma-se a certa altura deste episódio de “Soundbreaking”. A MTV será o culminar de anos e anos de imagens. Por este episódio passam os Eurythmics, Michael Jackson (que quebra a barreira racial da MTV inicial com o video “Thriller”), Madonna (a verdadeira artista do vídeo), os Devo que monopolizavam a MTV e também Rod Stewart (no início a MTV só tinha 160 vídeos, 35 dos quais de Rod Stewart).
A MTV saturou e tomou outras direcções para além da divulgação dos vídeos. Os concertos da MTV Unplugged foi a melhor, recordando-se Eric Clapton e os Nirvana.
Termina com o Youtube e a Internet e a criação da estrela Beyoncé.
Não foi utilizado por “Soundbreaking”, mas não estaria mal, “Sound and Vision” de David Bowie. Para ouvir e …imaginar .
“Don't you wonder sometimes
About sound and vision
Blue, blue, electric blue
That's the colour of my room
Where I will live Blue, blue…”
David Bowie - Sound And Vision
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Blitz nº 87 de 1 de Julho de 1986
Jornal "Blitz"
Uma imagem do Clip de "Absolute Beginners" de David Bowie era a capa do nº 87 do jornal "Blitz" de 1986.
- O Ok da página 2 recorda-nos a morte de António Variações, Paul McCartney tem um novo Single "Press" (diga-se de passagem pouco interessante), e João Gilberto edita um álbum ao vivo no Festival de Jazz de Montreaux.
- A página 3 com notícias diversas, um mini-LP dos Waterboys com uma nova versão de "The Whole of the Moon", os Wham acabam, e dois discos de raridades dos The Who entretanto dados como findos.
- Mais pequenas notícias na página 4, o segundo álbum dos Katrina and the Waves e a reedição da colectânea comemorativa dos 20 anos dos The Beatles são notícia.
- Página 5 vai para Jorge Palma - "No fundo sou uma pessoa optimista", é a edição do álbum "Quarto Minguante".
- Página 6 ocupada com um novo projecto musical que se anuncia como "a banda sonora do nosso Portugal", são os RN69 dos quais não nos lembramos nada.
- Página 7 com entrevista a Peter Walmsley, relações internacionais da editora Rough Trade que tanta importância teve nos anos 80.
- Quem se lembra dos The Firm? A página 8, na Busca do Sótão fala-nos dos The Firm, o grupo formado pelo vocalista Paul Rodgers (ex-Free, ex-Bad Company) e o guitarrista Jimmy Page (ex-Yardbirds, ex-Led Zeppelin), estiveram activos entre 1984 e 1986.
- Página 9, sob o título "Os gloriosos anos 50 e os seu debutantes" fala-se dos anos 50 e do filme de Julien Temple "Absolute Beginners". "Na opinião do New Musical Express, Absolute Beginners é a primeira alternativa à imagem estereotipada dos adolescentes dos anos 50 fornecida pelos filmes norte-americanos. Ainda segundo o jornal, ver este filme é como passar num túnel do tempo, voltando anos atrás."
- Páginas centrais "Jovens s.a.r.l." e "Se houvesse lenda e energia" são os artigos para ficarmoa a saber tudo de Absolute Beginners, o filme e a sua banda sonora.
- Na página 12 "Nada tão bom como uma Vespa", ainda os anos 50 para falar da Vespa e ainda de Absolute Beginners: "A figura central de «Absolute Beginners» não é nem Crepe Suzette nem o seu jovem apaixonado, muito menos o empresário ou a estrela: no centro de tudo está a Vespa que percorre as ruas de Londres e que é a garantia de que tudo vai sr possível."
- Adiante com os Pregões e Declarações da página 13.
- Página 14 sob o tíulo de "Como ser Au Pair", não o grupo pós-punk "Au Pairs" mas a profissão «Au Pair» e o relato de experiências de quem a praticou em Londres.
- O Cardápio na página 15 anuncia homenagem a Jim Morrison 15 anos depois da sua morte na Juke Box em Lisboa e nos cinemas lá está Absolute Beginners.
- ZZTop e o novo álbum "Afterburner" ocupam a página 16.
- Página 17, "Este mundo e o Outro" ocupa-se do terceiro álbum dos The Smiths, «The Queen Is Dead».
- Nas páginas 18 e 19, com os Top nacionais e internacionais, nada de significativamente novo. Em Portugal "Bem Bom" de Gal Costa mantém-se em primeiro lugar, em Inglaterra, "Invisible Touch" dos Genesis entra directo para nº 1 e nos EUA Whitney Wouston mantém o primeiro lugar com o álbum homónimo.
- A página 20 vai para quem quiser conhecer Hernâni Miguel, " Sócio, colaborador ou simples agitador de alguns dos mais populares locais de convívio nocturno..."
Uma imagem do Clip de "Absolute Beginners" de David Bowie era a capa do nº 87 do jornal "Blitz" de 1986.
- O Ok da página 2 recorda-nos a morte de António Variações, Paul McCartney tem um novo Single "Press" (diga-se de passagem pouco interessante), e João Gilberto edita um álbum ao vivo no Festival de Jazz de Montreaux.
- A página 3 com notícias diversas, um mini-LP dos Waterboys com uma nova versão de "The Whole of the Moon", os Wham acabam, e dois discos de raridades dos The Who entretanto dados como findos.
- Mais pequenas notícias na página 4, o segundo álbum dos Katrina and the Waves e a reedição da colectânea comemorativa dos 20 anos dos The Beatles são notícia.
- Página 5 vai para Jorge Palma - "No fundo sou uma pessoa optimista", é a edição do álbum "Quarto Minguante".
- Página 6 ocupada com um novo projecto musical que se anuncia como "a banda sonora do nosso Portugal", são os RN69 dos quais não nos lembramos nada.
- Página 7 com entrevista a Peter Walmsley, relações internacionais da editora Rough Trade que tanta importância teve nos anos 80.
- Quem se lembra dos The Firm? A página 8, na Busca do Sótão fala-nos dos The Firm, o grupo formado pelo vocalista Paul Rodgers (ex-Free, ex-Bad Company) e o guitarrista Jimmy Page (ex-Yardbirds, ex-Led Zeppelin), estiveram activos entre 1984 e 1986.
- Página 9, sob o título "Os gloriosos anos 50 e os seu debutantes" fala-se dos anos 50 e do filme de Julien Temple "Absolute Beginners". "Na opinião do New Musical Express, Absolute Beginners é a primeira alternativa à imagem estereotipada dos adolescentes dos anos 50 fornecida pelos filmes norte-americanos. Ainda segundo o jornal, ver este filme é como passar num túnel do tempo, voltando anos atrás."
- Páginas centrais "Jovens s.a.r.l." e "Se houvesse lenda e energia" são os artigos para ficarmoa a saber tudo de Absolute Beginners, o filme e a sua banda sonora.
- Na página 12 "Nada tão bom como uma Vespa", ainda os anos 50 para falar da Vespa e ainda de Absolute Beginners: "A figura central de «Absolute Beginners» não é nem Crepe Suzette nem o seu jovem apaixonado, muito menos o empresário ou a estrela: no centro de tudo está a Vespa que percorre as ruas de Londres e que é a garantia de que tudo vai sr possível."
- Adiante com os Pregões e Declarações da página 13.
- Página 14 sob o tíulo de "Como ser Au Pair", não o grupo pós-punk "Au Pairs" mas a profissão «Au Pair» e o relato de experiências de quem a praticou em Londres.
- O Cardápio na página 15 anuncia homenagem a Jim Morrison 15 anos depois da sua morte na Juke Box em Lisboa e nos cinemas lá está Absolute Beginners.
- ZZTop e o novo álbum "Afterburner" ocupam a página 16.
- Página 17, "Este mundo e o Outro" ocupa-se do terceiro álbum dos The Smiths, «The Queen Is Dead».
- Nas páginas 18 e 19, com os Top nacionais e internacionais, nada de significativamente novo. Em Portugal "Bem Bom" de Gal Costa mantém-se em primeiro lugar, em Inglaterra, "Invisible Touch" dos Genesis entra directo para nº 1 e nos EUA Whitney Wouston mantém o primeiro lugar com o álbum homónimo.
- A página 20 vai para quem quiser conhecer Hernâni Miguel, " Sócio, colaborador ou simples agitador de alguns dos mais populares locais de convívio nocturno..."
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
David Bowie - Amsterdam
Desde a morte de David Bowie que já ouvi uma boa parte da sua discografia. E a certa altura passei pelo LP "Bowie Rare" ao qual, na realidade, volto de tempos a tempos.
"Bowie Rare" é uma compilação editada em 1982, depois do excelente "Scary Monsters (And Super Creeps)" e antes do período mais comercial de "Let's Dance" e "Tonight".
Não é propriamente o melhor de Bowie, mas não desmerece uma audição atenta e regular deste registo.
Na realidade, trata-se, como o nome sugere, de uma compilação de temas raros de David Bowie gravados entre 1969 e 1980 e o seu interesse advém precisamente disso. Entre algumas versões de originais de David Bowie e versões de outros autores assim se faz "Bowie Rare".
- "Holy Holy", "Velvet Goldmine", "Young Americans", as duas primeiras somente editadas em Single respectivamente em 1971 e 1973, a terceira é a versão em Single da canção também editada no álbum com o mesmo nome.
- "John, I’m Only Dancing (Again)", regravação, da canção original de 1972, durante as sessões de "Young Americans" e editada em Single em 1979.
- "Panic in Detroit" versão ao vivo de 1974, lado B do Single "Knock on Wood", editado em 1974.
- "Round and Round", original de Chuck Berry, lado B do Single "Drive-In Saturday", editado em 1973.
- "Ragazzo solo, ragazza sola", versão em italiano da canção "Space Oddity" editada em Single em 1970.
- "Helden" versão em inglês e alemão da canção "Heroes" editada em Single em 1977.
- "Crystal Japan", tema instrumental, utilizado num anúncio no Japão e aí editado em Single em 1980.
- "Amsterdam", versão da canção original de Jacques Brel, lado B do Single "Sorrow" editado em 1973.
- "Moon of Alabama" versão da canção original de Kurt Weill/Bertolt Brecht de 1927 e editada em single em 1980 (Veio-nos à memória a versão interpretada por Jim Morrison, mais bonita mas menos intensa que esta).
E aqui ficamos com David Bowie a interpretar Jacques Brel, é "Amsterdam". Uma grande interpretação.
David Bowie - Amsterdam
"Bowie Rare" é uma compilação editada em 1982, depois do excelente "Scary Monsters (And Super Creeps)" e antes do período mais comercial de "Let's Dance" e "Tonight".
Não é propriamente o melhor de Bowie, mas não desmerece uma audição atenta e regular deste registo.
Na realidade, trata-se, como o nome sugere, de uma compilação de temas raros de David Bowie gravados entre 1969 e 1980 e o seu interesse advém precisamente disso. Entre algumas versões de originais de David Bowie e versões de outros autores assim se faz "Bowie Rare".
- "Holy Holy", "Velvet Goldmine", "Young Americans", as duas primeiras somente editadas em Single respectivamente em 1971 e 1973, a terceira é a versão em Single da canção também editada no álbum com o mesmo nome.
- "John, I’m Only Dancing (Again)", regravação, da canção original de 1972, durante as sessões de "Young Americans" e editada em Single em 1979.
- "Panic in Detroit" versão ao vivo de 1974, lado B do Single "Knock on Wood", editado em 1974.
- "Round and Round", original de Chuck Berry, lado B do Single "Drive-In Saturday", editado em 1973.
- "Ragazzo solo, ragazza sola", versão em italiano da canção "Space Oddity" editada em Single em 1970.
- "Helden" versão em inglês e alemão da canção "Heroes" editada em Single em 1977.
- "Crystal Japan", tema instrumental, utilizado num anúncio no Japão e aí editado em Single em 1980.
- "Amsterdam", versão da canção original de Jacques Brel, lado B do Single "Sorrow" editado em 1973.
- "Moon of Alabama" versão da canção original de Kurt Weill/Bertolt Brecht de 1927 e editada em single em 1980 (Veio-nos à memória a versão interpretada por Jim Morrison, mais bonita mas menos intensa que esta).
E aqui ficamos com David Bowie a interpretar Jacques Brel, é "Amsterdam". Uma grande interpretação.
David Bowie - Amsterdam
sábado, 16 de janeiro de 2016
David Bowie, Três Décadas de Metamorfoses
"David Bowie, Três Décadas de Metamorfoses" é um livro editado pela Centelha em Dezembro de 1983 e era o nº 8 da colecção Rock On.
Escrito pelo colectivo Rock On (Álvaro Costa, Fernando Costa, Francisco Pacheco), o livro dividido em 4 capítulos, da juventude até 1983, inclui ainda uma discografia oficial e pirata, discos em que colaborou bem como uma filmografia e teatro.
"Bowie está na moda. A moda é efémera. A síntese seria Bowie é efémero. Mas Bowie não surgiu há quinze dias. Nem vai desaparecer dentro de quinze dias. A síntese não funciona com David Robert Jones." lia-se no prefácio do livro. Um livro a reler à primeira oportunidade.
Custou 350$00 ou seja 1,75€ aproximadamente.
Escrito pelo colectivo Rock On (Álvaro Costa, Fernando Costa, Francisco Pacheco), o livro dividido em 4 capítulos, da juventude até 1983, inclui ainda uma discografia oficial e pirata, discos em que colaborou bem como uma filmografia e teatro.
"Bowie está na moda. A moda é efémera. A síntese seria Bowie é efémero. Mas Bowie não surgiu há quinze dias. Nem vai desaparecer dentro de quinze dias. A síntese não funciona com David Robert Jones." lia-se no prefácio do livro. Um livro a reler à primeira oportunidade.
Custou 350$00 ou seja 1,75€ aproximadamente.
David Bowie - ★
Ainda e sempre!, David Bowie.
![]() |
| Bowie está na moda. A moda é efémera. A síntese seria Bowie é efémero. Mas Bowie não surgiu há quinze dias. Nem vai desaparecer dentro de quinze dias. A síntese não funciona com David Robert Jones. |
Antecipava eu no passado dia 1 que o novo disco de David Bowie, “Blackstar” era “pela amostra já conhecida, exploração de sonoridades de difícil assimilação à primeira audição”, confirma-se.
O que estava longe de antecipar era que o disco era a encenação da sua própria morte. David Bowie a surpreender-nos até ao último suspiro.
Agora compreendemos melhor “Blackstar” ou corrigindo ★, assim sem letras, o álbum e a canção chamam-se ★ e não “Blackstar”.
A capa também é uma surpresa, pela primeira vez a figura de David Bowie não aparece de alguma forma representada, sendo mais feliz a capa do álbum em vinil, toda preta com uma estrela recortada através da qual se vê o disco em vinil preto. A prensagem em vinil é óptima e justifica a diferença de preço e como é agora normal vem com código para se fazer o download digital.
A música, essa é, como previa, para se ir ouvindo, sempre!, ao longo dos tempos e acabarmos por dar conta que, qual Lazarus, ele afinal está vivo.
"Bowie está na moda. A moda é efémera. A síntese seria Bowie é efémero. Mas Bowie não surgiu há quinze dias. Nem vai desaparecer dentro de quinze dias. A síntese não funciona com David Robert Jones." do livro "David Bowie, Três Décadas de Metamorfoses", edição centelha, de 1983.
Terminamos com ★. Talvez agora o compreendamos melhor.
David Bowie - ★
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
David Bowie - Lazarus
2016
Hoje, dia 11/01/2016 o mundo é surpreendido pela notícia da morte de David Bowie, 3 dias após ter feito 69 anos, 3 dias depois de lançar o último álbum "Blackstar".
Que mais se pode dizer? Fernando Luís na introdução do livro "David Bowie - O Palhaço de Deus" dava a resposta:
"Escutem a sua voz, leiam os poemas, vislumbrem outros sentidos para o que nos cerca, revejam-se na sua loucura, admirem a sua beleza.
Mas escapem da tentação de imitá-lo.
Porque poucos são os escolhidos e só nesses deus faz cair a sua mão divina."
Terminamos com "Lazarus" do último álbum "Blackstar". Talvez agora o compreendamos melhor.
"Look up here, I’m in heaven,..."
David Bowie - Lazarus
Hoje, dia 11/01/2016 o mundo é surpreendido pela notícia da morte de David Bowie, 3 dias após ter feito 69 anos, 3 dias depois de lançar o último álbum "Blackstar".
Que mais se pode dizer? Fernando Luís na introdução do livro "David Bowie - O Palhaço de Deus" dava a resposta:
"Escutem a sua voz, leiam os poemas, vislumbrem outros sentidos para o que nos cerca, revejam-se na sua loucura, admirem a sua beleza.
Mas escapem da tentação de imitá-lo.
Porque poucos são os escolhidos e só nesses deus faz cair a sua mão divina."
Terminamos com "Lazarus" do último álbum "Blackstar". Talvez agora o compreendamos melhor.
"Look up here, I’m in heaven,..."
David Bowie - Lazarus
David Bowie - Ashes to Ashes
1980
"Em Fevereiro divorcia-se de Angie e fica com o filho, Zowie, a seu cargo. Ashes to Ashes é editado em Agosto e alcança o primeiro lugar nas vendas." em " David Bowie - O Palhaço de Deus".
"Que mais se pode dizer de um ser em constantes mutações, se essa vertiginosa renovação de si é condição primeira de estar perante o mundo ?"
"Scary Monsters (And Super Creeps)" de 1980 é dos meus discos preferidos, dele para ouvir segue "Ashes to Ashes".
David Bowie - Ashes to Ashes
"Em Fevereiro divorcia-se de Angie e fica com o filho, Zowie, a seu cargo. Ashes to Ashes é editado em Agosto e alcança o primeiro lugar nas vendas." em " David Bowie - O Palhaço de Deus".
"Que mais se pode dizer de um ser em constantes mutações, se essa vertiginosa renovação de si é condição primeira de estar perante o mundo ?"
"Scary Monsters (And Super Creeps)" de 1980 é dos meus discos preferidos, dele para ouvir segue "Ashes to Ashes".
David Bowie - Ashes to Ashes
David Bowie - "Heroes"
1977
Em 1977 começa a trilogia gravada em Berlim, "Low", "Heroes" e "Lodger", este de 1978.
"Berlim faz-me sentir pouco à vontade e no fundo é uma cidade feita de bares para pessoas tristes e sufocadas se embebedarem. Penso que tirei todo o partido possível da minha estadia. Ninguém sabe até quando Berlim poderá existir o que faz com que as pessoas vivam e se esgotem demasiado rapidamente. Foi o que mais me atraiu ..." no dizer do próprio David Bowie.
"Ninguém como ele soube explorar os caminhos do simulacro, no que este tem de espectacular, inebriante, lançando sobre nós o feitiço do corpo, fazendo-o desejar." de "David Bowie - O Palhaço de Deus".
Desta trilogia a canção que mais tarde veio a ficar muito conhecida foi "Heroes", é com ela que ficamos.
David Bowie - "Heroes"
Em 1977 começa a trilogia gravada em Berlim, "Low", "Heroes" e "Lodger", este de 1978.
"Berlim faz-me sentir pouco à vontade e no fundo é uma cidade feita de bares para pessoas tristes e sufocadas se embebedarem. Penso que tirei todo o partido possível da minha estadia. Ninguém sabe até quando Berlim poderá existir o que faz com que as pessoas vivam e se esgotem demasiado rapidamente. Foi o que mais me atraiu ..." no dizer do próprio David Bowie.
"Ninguém como ele soube explorar os caminhos do simulacro, no que este tem de espectacular, inebriante, lançando sobre nós o feitiço do corpo, fazendo-o desejar." de "David Bowie - O Palhaço de Deus".
Desta trilogia a canção que mais tarde veio a ficar muito conhecida foi "Heroes", é com ela que ficamos.
David Bowie - "Heroes"
David Bowie - The Jean Genie
1973
"Actua no Russel Harty Plus com as sobrancelhas depiladas e grandes brincos de vidro.
Termina o álbum Transformer de Lou Reed e começa Aladdin Sane (originalmente intitulado A Lad Insane), escrito na sua maior parte durante a tournée pelos Estados Unidos." em "David Bowie - O Palhaço de Deus".
"Amantes-admiradores acorrem aos espectáculos com o fervor apostólico que este amargurado Pierrot soube conduzir em rebanho."
Em 1973 é editado o sexto álbum de David Bowie,
David Bowie - The Jean Genie
"Actua no Russel Harty Plus com as sobrancelhas depiladas e grandes brincos de vidro.
Termina o álbum Transformer de Lou Reed e começa Aladdin Sane (originalmente intitulado A Lad Insane), escrito na sua maior parte durante a tournée pelos Estados Unidos." em "David Bowie - O Palhaço de Deus".
"Amantes-admiradores acorrem aos espectáculos com o fervor apostólico que este amargurado Pierrot soube conduzir em rebanho."
Em 1973 é editado o sexto álbum de David Bowie,
David Bowie - The Jean Genie
David Bowie - Starman
1972
"Este palhaço de deus comove, irrita, leva-nos às mais irreais cenas do quotidiano marginal - drogados, heróis solitários, gays, travestis e a si próprio." em "David Bowie - O Palhaço de Deus"
Do melhor disco da década de 70 "Ziggy Stardust and The Spiders From Mars" segue a faixa "Starman".
David Bowie - Starman
"Este palhaço de deus comove, irrita, leva-nos às mais irreais cenas do quotidiano marginal - drogados, heróis solitários, gays, travestis e a si próprio." em "David Bowie - O Palhaço de Deus"
Do melhor disco da década de 70 "Ziggy Stardust and The Spiders From Mars" segue a faixa "Starman".
David Bowie - Starman
David Bowie - Oh! You Pretty Thing
1971
"Aparece na primeira página do Melody Maker com um novo penteado, um fato metálico e os olhos pintados. Em caixa alta lê-se «Oh You Pretty Thing» e o artigo causa sensação pois David fala pela primeira vez abertamente da sua bissexualidade. «Acho que sou apenas um vagabundo cósmico.» em " David Bowie - O Palhaço de Deus"
"As inúmeras barreiras de fogo que teve de atravessar e as constantes metamorfoses por que passou, são a prova duma existência divina na sedutora figura do andrógino que escandalizou com as verdades do corpo e do desejo."
Do quarto álbum de David Bowie "Honky Dory" editado em 1971 segue a faixa "Oh! You Pretty Thing".
David Bowie - Oh! You Pretty Thing
"Aparece na primeira página do Melody Maker com um novo penteado, um fato metálico e os olhos pintados. Em caixa alta lê-se «Oh You Pretty Thing» e o artigo causa sensação pois David fala pela primeira vez abertamente da sua bissexualidade. «Acho que sou apenas um vagabundo cósmico.» em " David Bowie - O Palhaço de Deus"
"As inúmeras barreiras de fogo que teve de atravessar e as constantes metamorfoses por que passou, são a prova duma existência divina na sedutora figura do andrógino que escandalizou com as verdades do corpo e do desejo."
Do quarto álbum de David Bowie "Honky Dory" editado em 1971 segue a faixa "Oh! You Pretty Thing".
David Bowie - Oh! You Pretty Thing
David Bowie - The Man Who Sold The World
1970
"Um novo álbum , The Man Who Sold The World é editado nos Estados Unidos. Desloca-se aí pela primeira vez e apaixona-se por Nova Iorque, onde conhece Lou Reed e encontra o mundo feroz e decadente de Andy Warhol."
"Um bonito rapaz veio do espaço com a missão de descobrir e viver as angustiantes experiências terrenas." em "David Bowie - O Palhaço de Deus".
Do terceiro álbum "The Man Who Sold The World" segue a canção título.
David Bowie - The Man Who Sold The World
"Um novo álbum , The Man Who Sold The World é editado nos Estados Unidos. Desloca-se aí pela primeira vez e apaixona-se por Nova Iorque, onde conhece Lou Reed e encontra o mundo feroz e decadente de Andy Warhol."
"Um bonito rapaz veio do espaço com a missão de descobrir e viver as angustiantes experiências terrenas." em "David Bowie - O Palhaço de Deus".
Do terceiro álbum "The Man Who Sold The World" segue a canção título.
David Bowie - The Man Who Sold The World
David Bowie - Space Oddity
1969
"Uma ida ao cinema para ver a epopeia espacial de Stanley Kubrick leva-o a escrever Space Oddity. A história comovente do Major Tom lançará Bowie na fama quando é editada nove meses depois."
em "David Bowie - O Palhaço de Deus".
Do segundo álbum de David Bowie editado em 1969 segue para audição: Space Oddity.
David Bowie - Space Oddity
"Uma ida ao cinema para ver a epopeia espacial de Stanley Kubrick leva-o a escrever Space Oddity. A história comovente do Major Tom lançará Bowie na fama quando é editada nove meses depois."
em "David Bowie - O Palhaço de Deus".
Do segundo álbum de David Bowie editado em 1969 segue para audição: Space Oddity.
David Bowie - Space Oddity
David Bowie - O Palhaço de Deus
Nº 13 da coleção Rei Lagarto da editora Assírio e Alvim, "David Bowie - O Palhaço de Deus" é uma edição bilingue de uma selecção de letras de David Bowie. O livro editado em Abril de 1986 custo na altura 650 Esc. ou seja cerca de 3,25€.
Tradução de Fernando Luís que afirma:
"Os poemas aqui publicados, revelam-nos o que este estranho vagabundo do espaço amou, odiou, inventou e são testamento de quem se torna humano e esse humano fez cantar em pleno inferno."
Tradução de Fernando Luís que afirma:
"Os poemas aqui publicados, revelam-nos o que este estranho vagabundo do espaço amou, odiou, inventou e são testamento de quem se torna humano e esse humano fez cantar em pleno inferno."
David Bowie - Uncle Arthur
1967
Mais do que palavras ficamos com a música de David Bowie.
Começamos com "Uncle Arthur" a faixa de abertura do primeiro LP de David Bowie em 1967.
David Bowie - Uncle Arthur
Mais do que palavras ficamos com a música de David Bowie.
Começamos com "Uncle Arthur" a faixa de abertura do primeiro LP de David Bowie em 1967.
David Bowie - Uncle Arthur
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