mundo da canção nº 7 de Junho de 1970
Depois das letras de canções portuguesas publicadas no nº 7 da revista "mundo da música" em Junho de 1970, passo para as estrangeiras. Em primeiro para as de língua francesa nesta edição em nº de três. Começo com Jacques Brel.
Mais uma vez Jacques Brel marca presença no "mundo da música", depois dos nº 2 e 3 neste número aí está ele, desta vez com a eterna "Amsterdam".
Com letra e música de Jacques Brel "Amsterdam" nunca teve, ao que consegui apurar, edição em algum álbum de estúdio. Ela surge no LP "Olympia '64" gravado ao vivo no famoso Teatro Olympia de Paris como faixa de abertura.
Ao que constatei Jacques Brel não estava totalmente convencido com esta canção, sendo conjuntamente com "Les Timides" e Les Jardins du Casino" as únicas que não mereceram gravação em estúdio.
Era (é), no entanto, uma das suas composições mais conhecidas e que tinha a adesão total do público quando a interpretava. Ao que parece a escrita de "Amsterdam" teve como fonte de inspiração a conhecida canção tradicional inglesa "Greensleeves". De "Amsterdam" realço a versão de David Bowie ("Bowie Rare" - 1982) e de "Greensleeves" a de Leonard Cohen ("New Skin for the Old Ceremony" - 1974).
Silêncio total, é Jacques Brel, é "Amsterdam".
Jacques Brel - Amsterdam
Para uns recordações, para outros descobertas. São notas passadas, musicais e não só...
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sábado, 8 de dezembro de 2018
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Jacques Brel - Ne Me Quitte Pas
mundo da canção nº 3
Continuamos com o nº 3 da revista "mundo da canção" de Fevereiro de 1970 agora com cinco passagens pela música de expressão francesa, respectivamente Jacques Brel, Georges Brassens, Adamo, Françoise Hardy e Michel Delpech.
Começamos com o génio de Jacques Brel, de origem belga, e aquela canção que o imortalizou, "Ne Me Quitte Pas".
"Ne Me Quitte Pas" é uma canção escrita e interpretada por Jacques Brel que data do ano de 1959, tendo sido posteriormente objecto de variadas interpretações, incluindo dele próprio que em 1972 volta a gravá-la para ao álbum homónimo.
"Ne Me Quitte Pas" pertence, no original, ao 4º álbum de Jacques Brel designado "La Valse à Mille Temps", decorria o ano de 1959.
"Ne Me Quitte Pas" é uma das mais belas canções de amor, é uma canção imortal, é Jacques Brel.
Jacques Brel - Ne Me Quitte Pas
Continuamos com o nº 3 da revista "mundo da canção" de Fevereiro de 1970 agora com cinco passagens pela música de expressão francesa, respectivamente Jacques Brel, Georges Brassens, Adamo, Françoise Hardy e Michel Delpech.
Começamos com o génio de Jacques Brel, de origem belga, e aquela canção que o imortalizou, "Ne Me Quitte Pas".
"Ne Me Quitte Pas" é uma canção escrita e interpretada por Jacques Brel que data do ano de 1959, tendo sido posteriormente objecto de variadas interpretações, incluindo dele próprio que em 1972 volta a gravá-la para ao álbum homónimo.
"Ne Me Quitte Pas" pertence, no original, ao 4º álbum de Jacques Brel designado "La Valse à Mille Temps", decorria o ano de 1959.
"Ne Me Quitte Pas" é uma das mais belas canções de amor, é uma canção imortal, é Jacques Brel.
Jacques Brel - Ne Me Quitte Pas
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Jacques Brel - Memorabilia
No bar "Goupil le Fol", em Bruxelas, pode-se ouvir boa música francesa, Jacques Brel marca aí presença.
Em 2014, de visita à Bélgica, no referido bar, fotografia de desenho numa parede de Jacques Brel e Édith Piaf.
Na fundação Jacques Brel tempo ainda para comprar 2 CD: "J'arrive" (1968) e "Ne Me Quitte Pas" (1972).
Boas memórias!
Em 2014, de visita à Bélgica, no referido bar, fotografia de desenho numa parede de Jacques Brel e Édith Piaf.
Na fundação Jacques Brel tempo ainda para comprar 2 CD: "J'arrive" (1968) e "Ne Me Quitte Pas" (1972).
Boas memórias!
Jacques Brel - Les Bourgeois
mundo da canção nº 2
Não é francês, mas sim belga, mas a língua e o seu género musical foi a chamada Chanson Française, foi o grande Jacques Brel (1929-1978). Esta, a primeira passagem por este intérprete ímpar da canção francesa.
As décadas de 50 e 60 vão ser as mais importantes na sua carreira, sendo deste período quase toda a sua discografia. Foi dos nomes da francofonia que mais interpretações teve no universo da música anglo-saxónica, de David Bowie a Scott Walker.
Nasceu em Bruxelas, mas nos anos 50 muda-se para Paris e no final da década é um nome consagrado da canção francesa, são deste período temas como "Ne me Quitte Pas" e "La Valse à Mille Temps". Em 1967 retira-se dos palcos, que não das gravações, o último registo será, já doente, o álbum "Les Marquise" decorria o ano de 1977.
É a letra da canção "Les Bourgeois" que a revista "mundo da canção" publica no seu nº 2 de Janeiro de 1970. "les Bourgeois" pertence ao álbum com o mesmo nome editado em 1962.
Jacques Brel - Les Bourgeois
Não é francês, mas sim belga, mas a língua e o seu género musical foi a chamada Chanson Française, foi o grande Jacques Brel (1929-1978). Esta, a primeira passagem por este intérprete ímpar da canção francesa.
As décadas de 50 e 60 vão ser as mais importantes na sua carreira, sendo deste período quase toda a sua discografia. Foi dos nomes da francofonia que mais interpretações teve no universo da música anglo-saxónica, de David Bowie a Scott Walker.
Nasceu em Bruxelas, mas nos anos 50 muda-se para Paris e no final da década é um nome consagrado da canção francesa, são deste período temas como "Ne me Quitte Pas" e "La Valse à Mille Temps". Em 1967 retira-se dos palcos, que não das gravações, o último registo será, já doente, o álbum "Les Marquise" decorria o ano de 1977.
É a letra da canção "Les Bourgeois" que a revista "mundo da canção" publica no seu nº 2 de Janeiro de 1970. "les Bourgeois" pertence ao álbum com o mesmo nome editado em 1962.
Jacques Brel - Les Bourgeois
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