O bem conhecido Cliff Richard, de nome verdadeiro Harry Rodger Webb, nasceu na Índia em 1940 e após a independência em 1947 rumou com os pais para Inglaterra, onde ainda adolescente se interessa pela música Skiffle (género musical, com origem nos EUA, popular no Reino Unido nos anos 50, caracterizado por mistura do Blues, Jazz e Folk, tocado na sua origem com instrumentos rudimentares).
Em 1958 começa a cantar o Rock'n'Roll e com o grupo inglês The Drifters grava o primeiro Single e obtêm o primeiro sucesso com "Move It" considerada a primeira canção britânica de Rock'n'Roll.
"Move it" foi escrita pelo guitarrista dos The Drifters e chegou a nº 2 nas tabelas de Singles do Reino Unido em 1958.
O sucesso internacional viria no ano seguinte com "Living Doll" e a partir daí o êxito nunca mais parou, foi o único artista a ter um nº 1 no Reino Unido em 5 décadas diferentes: 50, 60, 70, 80 e 90.
Altura para recordar "Move It" o início do Rock'n'Roll do lado de cá do Atlântico.
(No dia 7 de Janeiro era assim que recordava Ben E. King, agora falecido)
A breve passagem de Ben E. King pelos The Drifters (1959-1960) foi suficiente para deixar sucessos como "There Goes My Baby" (já aqui recordada), "Dance With Me", "This Magic Momemts", "Save the Last Dance For Me" ou ainda "Sometimes I Wonder". Em 1960 inicia carreira a solo que ainda hoje se mantêm. Ainda em 1960 edita vários Singles, mas seria o ano seguinte que iria ficar marcado para o futuro com canções como "Spanish Harlem" e o famoso "Stand By Me".
Se é ao longo da década de 60 que vai firmar maior parte do seu reportório destacando-se temas como "I (Who Have Nothing)" (grande êxito na versão de Shirley Bassey). "It's All Over", "I Could Have Dance All Night", é ao ano de 1972 que vamos quando ele recupera temas como "Take Me To The Pilot" de Elton John ou a canção, agora escolhida "Into The Mystic", um original do irlandês Van Morrison.
Não tem a intensidade do original mas é uma agradável surpresa esta versão de Ben E. King. Aí vai "Into The Mystic".
A breve passagem de Ben E. King pelos The Drifters (1959-1960) foi suficiente para deixar sucessos como "There Goes My Baby" (já aqui recordada), "Dance With Me", "This Magic Momemts", "Save the Last Dance For Me" ou ainda "Sometimes I Wonder". Em 1960 inicia carreira a solo que ainda hoje se mantêm. Ainda em 1960 edita vários Singles, mas seria o ano seguinte que iria ficar marcado para o futuro com canções como "Spanish Harlem" e o famoso "Stand By Me".
Se é ao longo da década de 60 que vai firmar maior parte do seu reportório destacando-se temas como "I (Who Have Nothing)" (grande êxito na versão de Shirley Bassey). "It's All Over", "I Could Have Dance All Night", é ao ano de 1972 que vamos quando ele recupera temas como "Take Me To The Pilot" de Elton John ou a canção, agora escolhida "Into The Mystic", um original do irlandês Van Morrison.
Não tem a intensidade do original mas é uma agradável surpresa esta versão de Ben E. King. Aí vai "Into The Mystic".
Já passámos pelas harmonias dos The Platters e
dos The Coasters, continuemos, dentro da mesma linha, ou seja com uma forte
acentuação melódica em detrimento do ritmo, com mais um grupo negro do mesmo
período: The Drifters.
The Drifters conjunto vocal negro teve nas sua
formação, até aos nossos dias, mais de 60 elementos. Aquela que aqui trago é já
a 2ª formação do grupo correspondente ao período de 1958-1960, que teve Ben E. King como vocalista principal. Nesta
passagem de Ben E. King pelos The Drifters, estes atingiram grande popularidade
com êxitos como “There Goes My Baby”, “Dance With Me”, This Magic Moments” e “Save
The Last Dance For Me”. Mas o seu maior êxito estava ainda para vir quando encetou em
1960 carreira a solo e com produção de Phil Spector, gravou primeiro “Spanish Harlem” e depois, em
1961, o conhecido “Stand By Me”.
Quanto aos The Drifters continuariam com novos
sucessos dos quais se destacaria o conhecido “On Broadway” em 1963 ou ainda “Under
The Broadwalk” em 1964. Para audição recuamos a 1959 e ao primeiro êxito dos
The Drifters com Ben E. King, a já referida “There Goes My Baby” . A eliminação
da agressividade do Rhytm’n’Blues estava consumada, no lugar da guitarra
tínhamos agora violinos, algumas réstias ainda se mantinham na vocalização
áspera de Ben E. King.