Foi há 50 anos!
Cá estamos de volta ao ano de 1967.
Se ontem referimos os primeiros discos de novos grupos a surgir nesse fantástico ano, agora é a vez de olharmos para os outros, ou seja, os repetentes e espantar com a lista.
Eis alguns:
The Beatles - Sgt Pepper Lonely Heart Club Band
The Beach Boys - Smiley Smile
The Kinks - Something Else by the Kinks
Buffalo Springfield - Buffalo Springfield Again
Country Joe and the Fish - Electric Music For The Mind And Body
Peter, Paul & Mary - Album 1700
Tim Buckley - Hello and Goodbye
Donovan - A Gift from a Flower to a Garden
The Byrds - Younger Than Yesterday
Incredible String Band - The 5000 Spirits of the Layers of the Onion
The Rolling Stones - Their Satanic Majesties Request
The Who - The Who Sell Out
Jefferson Airplane - Surrealistic Pillow
Etc., etc.
Pois é, musicalmente o ano de 1967 é como a cartola de um mágico, só surpresas, umas atrás das outras, qual a melhor?!
A surpresa escolhida vai para os Jefferson Airplane que já aqui recordámos várias vezes.
“Surrealistic Pillow” era o segundo álbum do grupo e é um dos mais marcantes do ano e do movimento psicadélico em desenvolvimento na West Coast. Desta almofada surrealista, com muitas insónias e alucinações pelo meio, despertaram sonoridades inéditas que marcaram o surgimento do Rock Psicadélico da Califórnia de que os Jefferson Airplane são uma das melhores referências.
Do West a voz feminina que então mais apreciei foi, a par de Janis Joplin, claro!, a da então recém-chegada Grace Slick aos Jefferson Airplane.
Inspirada no mundo imaginário de "Alice no País das Maravilhas”, da cartola do chapeleiro louco, saiu “White Rabbit”. Escrita, com certeza, com quantidades generosas de LSD, “White Rabbit” é um tema incontornável dos Jefferson Airplane, do ano de 1967 e da estética psicadélica que então despontava.
É a potente voz grave de Grace Slick que podemos agora recordar em “White Rabbit".
Jefferson Airplane - White Rabbit
Para uns recordações, para outros descobertas. São notas passadas, musicais e não só...
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terça-feira, 7 de novembro de 2017
quarta-feira, 30 de março de 2016
Jefferson Airplane - The Ballad of You and Me and Pooneil
Monterey International Pop Festival 1967
Paul Kantner (Voz, Guitarra), Marty Balin (Voz), Jack Casady (Baixo), Jorma Kaukonen (Guitarra, Voz), Spencer Dryden (Bateria), Grace Slick (Voz) constituíram a formação de ouro dos Jefferson Airplane e foi a que esteve presente na noite de 17 de Junho de 1967 no Festival de Monterey.
Representantes maiores do som psicadélico da West Coast, quando tocaram em Monterey tinham já uma reputação a defender. Depois de "Jefferson Airplane Takes Off", o álbum inicial ainda sem Grace Slick, tinha já sido editado, no início do ano, o seminal "Surrealistic Pillow" onde pontificavam as canções "Somebody To Love" e "White Rabbit" que Grace Slick tinha trazido dos The Great Society, grande deveria ser pois a expectativa.
E, pelos vistos, de acordo com Michael Lydon em "Monterey Pop: The First Rock Festival", "Jefferson Airplane were fantastically good".
Os Jefferson Airplane, apresentados por Jerry Garcia, como "a perfect example of what the world is coming to" tocaram, entre outras, "Somebody To Love", "White Rabbit", "She Has Funny Cars" e esta canção, então inédita, "The Ballad of You and Me and Pooneil". Depois de ser editada em Single após o Festival, era a faixa de abertura do 3º álbum "After Bathing at Baxter's" editado ainda em 1967. "The Ballad of You and Me and Pooneil", na versão longa, ao vivo em Monterey.
Jefferson Airplane - The Ballad of You and Me and Pooneil
Paul Kantner (Voz, Guitarra), Marty Balin (Voz), Jack Casady (Baixo), Jorma Kaukonen (Guitarra, Voz), Spencer Dryden (Bateria), Grace Slick (Voz) constituíram a formação de ouro dos Jefferson Airplane e foi a que esteve presente na noite de 17 de Junho de 1967 no Festival de Monterey.
Representantes maiores do som psicadélico da West Coast, quando tocaram em Monterey tinham já uma reputação a defender. Depois de "Jefferson Airplane Takes Off", o álbum inicial ainda sem Grace Slick, tinha já sido editado, no início do ano, o seminal "Surrealistic Pillow" onde pontificavam as canções "Somebody To Love" e "White Rabbit" que Grace Slick tinha trazido dos The Great Society, grande deveria ser pois a expectativa.
E, pelos vistos, de acordo com Michael Lydon em "Monterey Pop: The First Rock Festival", "Jefferson Airplane were fantastically good".
Os Jefferson Airplane, apresentados por Jerry Garcia, como "a perfect example of what the world is coming to" tocaram, entre outras, "Somebody To Love", "White Rabbit", "She Has Funny Cars" e esta canção, então inédita, "The Ballad of You and Me and Pooneil". Depois de ser editada em Single após o Festival, era a faixa de abertura do 3º álbum "After Bathing at Baxter's" editado ainda em 1967. "The Ballad of You and Me and Pooneil", na versão longa, ao vivo em Monterey.
Jefferson Airplane - The Ballad of You and Me and Pooneil
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Jefferson Airplane - Tobacco Road
O Som de S. Francisco
São Francisco, na segunda metade dos anos 60, foi o centro de uma verdadeira revolução artística com epicentro numa comunidade de "new people" que, para além de protestos políticos, desenvolvia uma nova cultura, uma nova maneira de estar na vida.
"Vinte mil pessoas tinham-se concentrado ali, com o único objectivo de expressar o seu amor e a sua alegria, para celebrar a unidade naquele parque banhado de sol; na companhia de pessoas que tinham o mesmo aspecto que os outros, o mesmo pensamento, o mesmo compartilhar de esperanças e ídolos. cujo único desejo era permanecerem sozinhos e viver como melhor lhes aprouver." escrevia o jornal East Villlage Other acerca do "human be-in" ocorrido na cidade de São Francisco a de 14 de Janeiro de 1967 (citação do livro "O Mundo da Música Pop").
Este movimento da juventude americana, primeiro em São Francisco, depois em Nova Iorque e depois um pouco por todo o lado, foi designado de hippie (na origem pretendendo significar "que está na moda" ou "o mais actualizado possível") tendo por principais lemas "Make Love, Not War" e "Flower Power".
A música e a realização de concertos, cada vez com maior número de participantes, vão ser determinantes e centrais na actividade do movimento hippie. Em São Francisco a importância foi tal que a música então aí praticada acabou por tomar a designação de "O som de São Francisco" (San Francisco Sound).
As novas sonoridades características dos grupos formados em S. Francisco tiveram forte influência do Rhythm'n'Blues e do Folk-Rock então emergente. Aqueles que ficaram para sempre mais conhecidos foram os já aqui lembrados Jefferson Airplane e Grateful Dead.
"No dia 6 de Outubro de 1965, iniciou-se a era do «San Francisco sound»", de acordo com "O Mundo da Música Pop". Nesse dia realizou-se um concerto onde actuaram Jefferson Airplane, Great Society, Charlatans e The Marbles.
Do grupo The Marbles não se editaram, que eu conheça, qualquer disco, dos restantes, e muitos outros hoje não aqui referenciados, deixaram-nos gravações mais que suficientes para podermos testemunhar o Som de S. Francisco.
Comecemos pelos incontornáveis Jefferson Airplane.
Ainda em 1965 começaram as gravações para o primeiro álbum a ser editado em 1966 de nome "Jefferson Airplane Takes Off", ainda com Signe Toly Anderson na voz, antes, portanto, de ser substituída por Grace Slick.
"Tobacco Road" é uma canção do início da década de 60 que em 1970 teve particular êxito na versão de 14 minutos de Eric Burdon and The War
Hoje, a versão dos Jefferson Airplane. Era o som de S.Francisco.
Jefferson Airplane - Tobacco Road
São Francisco, na segunda metade dos anos 60, foi o centro de uma verdadeira revolução artística com epicentro numa comunidade de "new people" que, para além de protestos políticos, desenvolvia uma nova cultura, uma nova maneira de estar na vida.
"Vinte mil pessoas tinham-se concentrado ali, com o único objectivo de expressar o seu amor e a sua alegria, para celebrar a unidade naquele parque banhado de sol; na companhia de pessoas que tinham o mesmo aspecto que os outros, o mesmo pensamento, o mesmo compartilhar de esperanças e ídolos. cujo único desejo era permanecerem sozinhos e viver como melhor lhes aprouver." escrevia o jornal East Villlage Other acerca do "human be-in" ocorrido na cidade de São Francisco a de 14 de Janeiro de 1967 (citação do livro "O Mundo da Música Pop").
Este movimento da juventude americana, primeiro em São Francisco, depois em Nova Iorque e depois um pouco por todo o lado, foi designado de hippie (na origem pretendendo significar "que está na moda" ou "o mais actualizado possível") tendo por principais lemas "Make Love, Not War" e "Flower Power".
A música e a realização de concertos, cada vez com maior número de participantes, vão ser determinantes e centrais na actividade do movimento hippie. Em São Francisco a importância foi tal que a música então aí praticada acabou por tomar a designação de "O som de São Francisco" (San Francisco Sound).
As novas sonoridades características dos grupos formados em S. Francisco tiveram forte influência do Rhythm'n'Blues e do Folk-Rock então emergente. Aqueles que ficaram para sempre mais conhecidos foram os já aqui lembrados Jefferson Airplane e Grateful Dead.
"No dia 6 de Outubro de 1965, iniciou-se a era do «San Francisco sound»", de acordo com "O Mundo da Música Pop". Nesse dia realizou-se um concerto onde actuaram Jefferson Airplane, Great Society, Charlatans e The Marbles.
Do grupo The Marbles não se editaram, que eu conheça, qualquer disco, dos restantes, e muitos outros hoje não aqui referenciados, deixaram-nos gravações mais que suficientes para podermos testemunhar o Som de S. Francisco.
Comecemos pelos incontornáveis Jefferson Airplane.
Ainda em 1965 começaram as gravações para o primeiro álbum a ser editado em 1966 de nome "Jefferson Airplane Takes Off", ainda com Signe Toly Anderson na voz, antes, portanto, de ser substituída por Grace Slick.
"Tobacco Road" é uma canção do início da década de 60 que em 1970 teve particular êxito na versão de 14 minutos de Eric Burdon and The War
Hoje, a versão dos Jefferson Airplane. Era o som de S.Francisco.
Jefferson Airplane - Tobacco Road
domingo, 1 de novembro de 2015
Jefferson Airplane - Crown of Creation
Os 10 melhores álbuns de 1968 segundo o programa de rádio "Em Órbita"
Em 1968, os Jefferson Airplane editam o seu 4º álbum de nome "Crown of Creation". Era ainda um álbum marcado pelo desenvolvimento de um som psicadélico, não comercial.
Uma formação histórica a que vigorou no período de 1967-1970 a saber:
Marty Balin, voz, guitarra, Grace Slick voz, piano, Paul Kantner, guitarra, voz, Jorma Kaukonen, guitarra, voz, Spencer Dryden, bateria, voz e Jack Casady, baixo. Os Jefferson Airplane terminariam em 1972.
Um disco muito pouco comercial, talvez o trabalho dos Jefferson Airplane menos conhecido, mas que ao programa "Em Órbita" não passou despercebido, classificando-o em 7º lugar nos melhores LP de 1968.
"É experimentalismo dos Jefferson Airplane conduzido num sentido mais profundo na explicação de novos simbolismos líricos e musicais.
É uma reelaboração de uma tradição de tonalidades surrealistas já encetadas nos primeiros dias dos «Jefferson Airplane»."
Não tendo havido nenhuma canção a destacar-se comercialmente a escolha de audição vai para um tema de David Crosby, não aceite pelos então The Byrds (só iria aparecer no álbum ao vivo "4 Way Street", em 1971, dos Crosby, Stills, Nash & Young), de nome "Triad", um relato do amor livre num "ménage à trois".
Uma bela balada interpretada por Grace Slick.
Jefferson Airplane - Triad
Em 1968, os Jefferson Airplane editam o seu 4º álbum de nome "Crown of Creation". Era ainda um álbum marcado pelo desenvolvimento de um som psicadélico, não comercial.
Uma formação histórica a que vigorou no período de 1967-1970 a saber:
Marty Balin, voz, guitarra, Grace Slick voz, piano, Paul Kantner, guitarra, voz, Jorma Kaukonen, guitarra, voz, Spencer Dryden, bateria, voz e Jack Casady, baixo. Os Jefferson Airplane terminariam em 1972.
Um disco muito pouco comercial, talvez o trabalho dos Jefferson Airplane menos conhecido, mas que ao programa "Em Órbita" não passou despercebido, classificando-o em 7º lugar nos melhores LP de 1968.
"É experimentalismo dos Jefferson Airplane conduzido num sentido mais profundo na explicação de novos simbolismos líricos e musicais.
É uma reelaboração de uma tradição de tonalidades surrealistas já encetadas nos primeiros dias dos «Jefferson Airplane»."
Não tendo havido nenhuma canção a destacar-se comercialmente a escolha de audição vai para um tema de David Crosby, não aceite pelos então The Byrds (só iria aparecer no álbum ao vivo "4 Way Street", em 1971, dos Crosby, Stills, Nash & Young), de nome "Triad", um relato do amor livre num "ménage à trois".
Uma bela balada interpretada por Grace Slick.
Jefferson Airplane - Triad
sábado, 6 de junho de 2015
Jefferson Airplane - Surrealistic Pillow
Os 10 melhores álbuns de 1967 segundo o programa de rádio "Em Órbita"
Na contagem decrescente na lista dos melhores álbuns de 1967 para o programa de rádio "Em Órbita" chegamos ao 5º lugar. Lugar ocupado pelos Jefferson Airplane, o conjunto revelação para o "Em Órbita", e o seu 2º álbum, "Surrealistic Pillow".
"5ª posição com 45 pontos para um grupo extraordinariamente proeminente. Um álbum plenamente demonstrativo: «Surrealistic Pillow» dos Jefferson Airplane de Marty Balin."
de Marty Balin, de Jorma Kaukanen, de Paul Kantner, de Jack Casady e claro Grace Slick!
Recordamos "Surrealistic Pillow" com o tema mais forte do álbum, "White Rabbit", tema escrito por Grace Slick antes do ingresso nos Jefferson Airplane.
Jefferson Airplane - White Rabbit
Na contagem decrescente na lista dos melhores álbuns de 1967 para o programa de rádio "Em Órbita" chegamos ao 5º lugar. Lugar ocupado pelos Jefferson Airplane, o conjunto revelação para o "Em Órbita", e o seu 2º álbum, "Surrealistic Pillow".
"5ª posição com 45 pontos para um grupo extraordinariamente proeminente. Um álbum plenamente demonstrativo: «Surrealistic Pillow» dos Jefferson Airplane de Marty Balin."
de Marty Balin, de Jorma Kaukanen, de Paul Kantner, de Jack Casady e claro Grace Slick!
Recordamos "Surrealistic Pillow" com o tema mais forte do álbum, "White Rabbit", tema escrito por Grace Slick antes do ingresso nos Jefferson Airplane.
Jefferson Airplane - White Rabbit
domingo, 24 de maio de 2015
Jefferson Airplane - Somebody To Love
As 30 melhores canções de 1967 segundo o programa de rádio "Em Órbita"
Da Costa Oeste dos EUA vinham os sons mais inovadores de 1967, os Jefferson Airplane disso são um bom exemplo.
Em 1967 os Jefferson Airplane editam o 2º LP com o sugestivo nome de "Surrealistic Pillow" onde constava o psicadélico "White Rabbit" e o Hard Rock de "Somebody To Love" com uma potente interpretação de Grace Slick. É este "Somebody To Love", que Grace Slick, recém chegada ao grupo, inclui em "Surrealistic Pillow" e ao qual o programa "Em Órbita" vai dar o devido realce ao colocar na 7ª posição.
"7º lugar com 163 pontos para «Somebody To Love». A gravação mais representativa dos Jefferson Airplane. A interpretação máxima de Grace Slick. Um tratamento instrumental arrebatador."
Jefferson Airplane - Somebody To Love
Da Costa Oeste dos EUA vinham os sons mais inovadores de 1967, os Jefferson Airplane disso são um bom exemplo.
Em 1967 os Jefferson Airplane editam o 2º LP com o sugestivo nome de "Surrealistic Pillow" onde constava o psicadélico "White Rabbit" e o Hard Rock de "Somebody To Love" com uma potente interpretação de Grace Slick. É este "Somebody To Love", que Grace Slick, recém chegada ao grupo, inclui em "Surrealistic Pillow" e ao qual o programa "Em Órbita" vai dar o devido realce ao colocar na 7ª posição.
"7º lugar com 163 pontos para «Somebody To Love». A gravação mais representativa dos Jefferson Airplane. A interpretação máxima de Grace Slick. Um tratamento instrumental arrebatador."
Jefferson Airplane - Somebody To Love
sábado, 9 de maio de 2015
Jefferson Airplane - She Has Funny Cars
As 30 melhores canções de 1967 segundo o programa de rádio "Em Órbita"
Na 22ª posição na lista das melhores canções do ano de 1967 do programa "Em Órbita" aparecem 4 canções com a mesma pontuação. A primeira, "She Has Funny Cars", pertencia a um grupo que o "Em Órbita" ia considerar a revelação do ano, eram os Jefferson Airplane.
"Dá-se lugar à melhor revelação do ano, segundo "Em Órbita": de San Francisco vêm os Jefferson Airplane. Posta à votação apurou-se com margem razoável a escolha do grupo norte-americano que de longe mais e melhor inovou no campo das ideias, do som e das implicações e efeitos extramusicais. Os Jefferson Airplane conquistam-nos pela construção instrumental, pelo talento e pela invenção melódica e pelas formidáveis vocalizações dessa incomparável Grace Slick."
Quanto a "She Has Funny Cars":
"22º lugar com 86 pontos: quatro gravações de quatro intérpretes diferentes. «She Has Funny Cars» é o produto amadurecido das que foram a maior revelação de 1967: Jefferson Airplane."
"She Has Funny Cars" fazia parte do histórico álbum "Surrealistic Pillow" também entre os melhores do ano de 1967.
Jefferson Airplane - She Has Funny Cars
Na 22ª posição na lista das melhores canções do ano de 1967 do programa "Em Órbita" aparecem 4 canções com a mesma pontuação. A primeira, "She Has Funny Cars", pertencia a um grupo que o "Em Órbita" ia considerar a revelação do ano, eram os Jefferson Airplane.
"Dá-se lugar à melhor revelação do ano, segundo "Em Órbita": de San Francisco vêm os Jefferson Airplane. Posta à votação apurou-se com margem razoável a escolha do grupo norte-americano que de longe mais e melhor inovou no campo das ideias, do som e das implicações e efeitos extramusicais. Os Jefferson Airplane conquistam-nos pela construção instrumental, pelo talento e pela invenção melódica e pelas formidáveis vocalizações dessa incomparável Grace Slick."
Quanto a "She Has Funny Cars":
"22º lugar com 86 pontos: quatro gravações de quatro intérpretes diferentes. «She Has Funny Cars» é o produto amadurecido das que foram a maior revelação de 1967: Jefferson Airplane."
"She Has Funny Cars" fazia parte do histórico álbum "Surrealistic Pillow" também entre os melhores do ano de 1967.
Jefferson Airplane - She Has Funny Cars
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Jefferson Airplane - Let's Get Together
Falar da sonoridade da West Coast, falar do Rock psicadélico que lá floresceu nos anos 60, falar do movimento hippie, é falar dos Jefferson Airplane.
Os Jefferson Airplane formados em 1965 tiveram variações na sua formação até 1972, transformando-se posteriormente nos Jefferson Starship e mais tarde somente Starship. O sucesso maior deu-se a partir de 1967 já com Grace Slick e a sua voz poderosa de contralto como vocalista principal. Foi ao 2º álbum que conheceram o êxito com canções como "White Rabbit" e "Somebody To Love" que ficaram como marca do som então praticado.
Mas é no 1º álbum "Jefferson Airplane Takes Off" de 1966, que para já vamos ficar. Uma canção se destacava: "Let´s Get Together".
"Let´s Get Together" é um original do cantautor Dino Valenti que viria a integrar os Quicksilver Messenger Service, já aqui recordados, de 1969 a 1979. A versão mais popular de "Let's Get Together", renomeada "Get Together", foi, no entanto, do grupo americano The Youngbloods nas edições de 1967 e 1969.
Para agora a versão dos Jefferson Airplane, ainda numa sonoridade muito Folk-Rock. Aos Jefferson Airplane havemos de voltar.
Jefferson Airplane - Let's Get Together
Os Jefferson Airplane formados em 1965 tiveram variações na sua formação até 1972, transformando-se posteriormente nos Jefferson Starship e mais tarde somente Starship. O sucesso maior deu-se a partir de 1967 já com Grace Slick e a sua voz poderosa de contralto como vocalista principal. Foi ao 2º álbum que conheceram o êxito com canções como "White Rabbit" e "Somebody To Love" que ficaram como marca do som então praticado.
Mas é no 1º álbum "Jefferson Airplane Takes Off" de 1966, que para já vamos ficar. Uma canção se destacava: "Let´s Get Together".
"Let´s Get Together" é um original do cantautor Dino Valenti que viria a integrar os Quicksilver Messenger Service, já aqui recordados, de 1969 a 1979. A versão mais popular de "Let's Get Together", renomeada "Get Together", foi, no entanto, do grupo americano The Youngbloods nas edições de 1967 e 1969.
Para agora a versão dos Jefferson Airplane, ainda numa sonoridade muito Folk-Rock. Aos Jefferson Airplane havemos de voltar.
Jefferson Airplane - Let's Get Together
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