DISCO MÚSICA & MODA, nº 3 de Março de 1971
A imagem de rapaz bonzinho, sempre simpático e sorridente, de Roberto Carlos, a mudança musical e de imagem após 1967 (após o álbum "Sgt. Peper Lonely Hearts Club Band" dos The Beatles) de Caetano Veloso e de Gilberto Gil, a frustação de dois cantores Ronnie Von e Cláudio, que eu desconheço, "a imagem criadora de casos" de Elis Regina, os ciúmes que Edu Lobo tinha de Chico Buarque, as mudanças de imagem de Wilson Simonal, a aparência cuidada e as paragens de Jorge Ben, tudo num artigo intitulado "Como Funciona (no Brasil) a Máquina de Fazer Ídolos" que ocupava as páginas centrais do nº 3 do jornal "DISCO MÚSICA & MODA" publicado em Março de 1971.
Trata-se um artigo dedicado à máquina promocional no Brasil e como "... é indispensável uma máquina organizada." pois "De contrário, um cantor ou uma cantora de sucesso podem cair, isto é: desaparecem das paradas de discos, da televisão, e não são mais contratados nem para modestos «shows» de pequenas cidades do interior. O público esquece-os de vez"
Quem nunca se esquece de vez é Elis Regina (1945-1982), essa voz única da música popular brasileira. Discografia longa atendendo a que só gravou durante duas décadas, teve nos anos 70 a sua melhor produção. No ano a que se refere o artigo, 1971, é publicado o álbum "Ela", era o nono álbum, deste disco ficou bem conhecida "Madalena", ou ainda "Os Argonautas" (embora mais conhecida no original de Caetano Veloso), escolho, no entanto, "Black Is Beautiful" que motivou investigação pela polícia política brasileira então sob uma ditadura militar.
Elis Regina - Black is Beautiful
Para uns recordações, para outros descobertas. São notas passadas, musicais e não só...
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quarta-feira, 13 de novembro de 2019
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Elis Regina - Lapinha
mundo da canção nº 4
Ainda em português, mas do outro lado do Atlântico, uma das mais maravilhosas vozes que o Brasil nos deu a conhecer: Elis Regina.
Elis Regina (1945-1982) foi uma das melhores, para não dizer a melhor, cantoras da música popular brasileira. Figura singular na música brasileira abraçou vários estilos, a Bossa Nova, o Samba, o Rock e o que se convencionou chamar de Música Popular Brasileira (MPB) durante a sua carreira que começou nos inícios da década de 60 até à sua prematura morte. É em 1965, ao vencer o I Festival de Música Popular Brasileira com a canção "Arrastão" de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, que ganha real notoriedade e começa a sua projecção internacional. No final da década é já reconhecida como uma brilhante cantora brasileira.
Em 1968 gravou "Lapinha" que foi um êxito enorme, muito se ouviu e cantou por cá.
É de "Lapinha" que o nº 4 de Março de 1970 a revista "mundo da canção" reproduz a letra com o famoso refrão "Quando eu morrer, me enterre na lapinha ...".
Elis Regina - Lapinha
Ainda em português, mas do outro lado do Atlântico, uma das mais maravilhosas vozes que o Brasil nos deu a conhecer: Elis Regina.
Elis Regina (1945-1982) foi uma das melhores, para não dizer a melhor, cantoras da música popular brasileira. Figura singular na música brasileira abraçou vários estilos, a Bossa Nova, o Samba, o Rock e o que se convencionou chamar de Música Popular Brasileira (MPB) durante a sua carreira que começou nos inícios da década de 60 até à sua prematura morte. É em 1965, ao vencer o I Festival de Música Popular Brasileira com a canção "Arrastão" de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, que ganha real notoriedade e começa a sua projecção internacional. No final da década é já reconhecida como uma brilhante cantora brasileira.
Em 1968 gravou "Lapinha" que foi um êxito enorme, muito se ouviu e cantou por cá.
É de "Lapinha" que o nº 4 de Março de 1970 a revista "mundo da canção" reproduz a letra com o famoso refrão "Quando eu morrer, me enterre na lapinha ...".
Elis Regina - Lapinha
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