Ao Conjunto Mistério faltavam vozes para acompanhar as novidades musicais que então surgiam a uma velocidade impressionante e assim ficaram pela influência sobretudo instrumental vinda dos The Shadows que seriam rapidamente ultrapassados pelo surgimento fulgurante do grupo de Liverpool que iria mudar o rumo da história, The Beatles. Por cá não se fizeram esperar os conjuntos a ir atrás das novas sonoridades que The Beatles traziam e a procurar imitá-los.
Os Sheiks ficaram como os "Beatles portugueses" e bem o mereceram pois se é verdade que beberam das influências Pop de então, The Beatles em primeiro lugar, a qualidade deles era inegável.
Os Sheiks existiram no período áureo dos The Beatles, ou seja de 1965 a 1968, e nele figuraram nomes ainda hoje importantes da nossa música popular, Paulo de Carvalho, Carlos Mendes e já no final do grupo Fernando Tordo.
É de um EP de 1966 a canção que hoje escolhi, de entre quatro originais cantados em inglês, dois assinados por Carlos Mendes e Edmundo Silva e outros dois por este último e Paulo de Carvalho, fica, desta última dupla, "I'm Feeling Down".
Sheiks – I'm Feeling Down
Para uns recordações, para outros descobertas. São notas passadas, musicais e não só...
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sábado, 18 de janeiro de 2020
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Sheiks - Summertime
Uma das canções que mais interpretações teve em toda a história foi sem dúvida “Summertime” composta por George Gershwin na década de 30 para a ópera “Porgy and Bess”. Com variadas versões, do Jazz ao Rock, também por cá foi celebrada no tempo do Ié-Ié.
É verdade, em 1965, quando os conjuntos portugueses despontavam para a esmagadora influência das sonoridades Ié-Ié houve quem se atrevesse a fazer a sua versão de “Summertime”. Era de temer o pior, mas não, o produto final até acabou por resultar bem. O destaque principal para o primeiro EP dos nossos Sheiks, de Carlos Mendes e Paulo de Carvalho, ia, precisamente, para a feliz versão em ritmo Ié-Ié de “Summertime”.
O resto do EP era infelizmente fraco, “Copo”, “Gloo, Gloo” e “Zalui” não deixam saudades.
Atenção para o texto da contra-capa, que é mais uma relíquia:
“ATENÇÃO SURDOS! Estas linhas são dirigidas em especial a todos os surdos, que não podem por consequência ouvir as interpretações contidas neste disco. Para que não fiquem completamente ignorantes em relação a elas, aqui vos elucido que se trata de um acontecimento no panorama da canção no nosso país.
Os SHEIKS, dotados de um diabólico sentido de ritmo e de harmonia, criaram um estilo no qual é decisiva a intervenção de coros que exploram maravilhosamente, e o excepcional poder interpretativo dos solistas.
O público jovem que tanto acarinha os «GRANDES» da nova vaga no MUSIC-HALL internacional tem agora oportunidade de aplaudir um conjunto português de extraordinária classe.”
Agora fiquemos com “Summertime” em ritmo Ié-Ié, eram os Sheiks em 1965.
Sheiks - Summertime
É verdade, em 1965, quando os conjuntos portugueses despontavam para a esmagadora influência das sonoridades Ié-Ié houve quem se atrevesse a fazer a sua versão de “Summertime”. Era de temer o pior, mas não, o produto final até acabou por resultar bem. O destaque principal para o primeiro EP dos nossos Sheiks, de Carlos Mendes e Paulo de Carvalho, ia, precisamente, para a feliz versão em ritmo Ié-Ié de “Summertime”.
O resto do EP era infelizmente fraco, “Copo”, “Gloo, Gloo” e “Zalui” não deixam saudades.
Atenção para o texto da contra-capa, que é mais uma relíquia:
“ATENÇÃO SURDOS! Estas linhas são dirigidas em especial a todos os surdos, que não podem por consequência ouvir as interpretações contidas neste disco. Para que não fiquem completamente ignorantes em relação a elas, aqui vos elucido que se trata de um acontecimento no panorama da canção no nosso país.
Os SHEIKS, dotados de um diabólico sentido de ritmo e de harmonia, criaram um estilo no qual é decisiva a intervenção de coros que exploram maravilhosamente, e o excepcional poder interpretativo dos solistas.
O público jovem que tanto acarinha os «GRANDES» da nova vaga no MUSIC-HALL internacional tem agora oportunidade de aplaudir um conjunto português de extraordinária classe.”
Agora fiquemos com “Summertime” em ritmo Ié-Ié, eram os Sheiks em 1965.
Sheiks - Summertime
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Sheiks - Lord, Let It Rain
Mais um, o sétimo, retorno aos Sheiks.
Os Sheiks seriam dos primeiros conjuntos a romper com a sonoridade dominante influenciada por Cliff Richard e The Shadows e a enveredar por um pop/rock mais condizente com os então já dominantes The Beatles. São também dos primeiros a tentar uma internacionalização que os leva em finais de 1966 a uma série de concertos em Paris. “Missing You” chega a ser editado em Espanha, Inglaterra e França. Ainda em Paris gravam um EP, “Sheiks em Paris”, com 2 temas de Paulo de Carvalho/Edmundo Silva e outros 2 de Carlos Mendes/Edmundo Silva, onde o tema forte era “Lord, Let It Rain”.
Sem dúvida o melhor Pop que por cá se fazia e não menor que, boa parte, do que de lá de fora se importava, ficando a ideia que, fossem eles ingleses, por exemplo, o futuro teria sido outro (mesmo assim consta que ainda em Paris foram convidados pelo empresário que representava os Rolling Stones, o qual não se terá concretizado por falta da autorização da família de um dos elementos dos Sheiks).
Gorada a internacionalização e regressados a Portugal, Carlos Mendes abandona o conjunto e é substituído por Fernando Tordo. O fim dos Sheiks estava próximo.
Fiquemos então com o “Slow”, típico da época, “Lord, Let It Rain” de "Sheiks em Paris”.
Sheiks - Lord, Let It Rain
Os Sheiks seriam dos primeiros conjuntos a romper com a sonoridade dominante influenciada por Cliff Richard e The Shadows e a enveredar por um pop/rock mais condizente com os então já dominantes The Beatles. São também dos primeiros a tentar uma internacionalização que os leva em finais de 1966 a uma série de concertos em Paris. “Missing You” chega a ser editado em Espanha, Inglaterra e França. Ainda em Paris gravam um EP, “Sheiks em Paris”, com 2 temas de Paulo de Carvalho/Edmundo Silva e outros 2 de Carlos Mendes/Edmundo Silva, onde o tema forte era “Lord, Let It Rain”.
Sem dúvida o melhor Pop que por cá se fazia e não menor que, boa parte, do que de lá de fora se importava, ficando a ideia que, fossem eles ingleses, por exemplo, o futuro teria sido outro (mesmo assim consta que ainda em Paris foram convidados pelo empresário que representava os Rolling Stones, o qual não se terá concretizado por falta da autorização da família de um dos elementos dos Sheiks).
Gorada a internacionalização e regressados a Portugal, Carlos Mendes abandona o conjunto e é substituído por Fernando Tordo. O fim dos Sheiks estava próximo.
Fiquemos então com o “Slow”, típico da época, “Lord, Let It Rain” de "Sheiks em Paris”.
Sheiks - Lord, Let It Rain
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Os Inflexos - Missing You
Por aqui já passaram Os Inflexos grupo de Moçambique e os seus sucedâneos Os Impacto.
Divulguei então “Oh-kai-di, oh-kai-da “ a versão, muito fraca, de “Ob-la-di-Ob-la-da” dos The Beatles. Eram de Lourenço Marques e, é sabido, animavam bailes e festas de finalistas. Para além do único EP então gravado, sobreviveram algumas gravações ao vivo (já não me lembro onde as encontrei, algures na Net) não editadas que me parecem particularmente interessantes, a merecerem mesmo uma atenção maior do que o EP. Assim, entre outras, existe uma versão de 1969 de “Missing You”, original e grande êxito de 1966 dos Sheiks e já aqui recuperado.
Recordemos primeiro o original.
E agora, se fecharem os olhos, se se imaginarem com 16 aninhos, e ouvirem Os Inflexos ao vivo a tocarem “Missing You”, ainda vão pensar que estão num bailarico nos remotos anos 60, não custa experimentar.
Os Inflexos - Missing You
Divulguei então “Oh-kai-di, oh-kai-da “ a versão, muito fraca, de “Ob-la-di-Ob-la-da” dos The Beatles. Eram de Lourenço Marques e, é sabido, animavam bailes e festas de finalistas. Para além do único EP então gravado, sobreviveram algumas gravações ao vivo (já não me lembro onde as encontrei, algures na Net) não editadas que me parecem particularmente interessantes, a merecerem mesmo uma atenção maior do que o EP. Assim, entre outras, existe uma versão de 1969 de “Missing You”, original e grande êxito de 1966 dos Sheiks e já aqui recuperado.
Recordemos primeiro o original.
E agora, se fecharem os olhos, se se imaginarem com 16 aninhos, e ouvirem Os Inflexos ao vivo a tocarem “Missing You”, ainda vão pensar que estão num bailarico nos remotos anos 60, não custa experimentar.
Os Inflexos - Missing You
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Sheiks - Tell Me Bird
Os
anos de 1966/67 foram os melhores e de maior produção para os Sheiks de Carlos Mendes e Paulo de Carvalho (e ainda Fernando Chaby e Edmundo Silva). Em 1968 o
grupo termina com a saída de Paulo de Carvalho (já antes Carlos Mendes tinha
saído e fora substituído pelo Fernando Tordo).
No 2º EP de que já recordámos "Missing You", outro tema se destacava de nome “Tell Me Bird”.
Em 1979 voltam a juntar-se, na constituição original, e gravam o LP “Pintados de Fresco” com reinterpretação de velhos temas, entre os quais “Tell me Bird”. No vídeo seguinte podemos lembrar o que fizeram ao interessante “Tell Me Bird”, adaptando-o ao som “Disco”, tipo Bee Gees, então em moda (estávamos na época de “Saturday Night Fever”), é fraco, muito fraco.
Mas voltemos ao EP gravado em 1966 onde, na contra capa, cada um dos músicos era apresentado.
Para Carlos Mendes o texto era o seguinte:
“Toca há ano e meio, viola de acompanhamento.
É de Lisboa, muito embora esteja bastante ligado ao Norte.
Gosta de andar bem vestido.
Tem 1,78 m. de altura.
«Mousse» de chocolate é o seu «fraco».
Prefere leite a qualquer outra bebida.
Carros: «Ferrari».
Gosta das louras.
É fã dos «Beatles» e dos «Beach Boys».”
E para Paulo de Carvalho:
“É o baterista.
É de Lisboa.
Ele e Carlos são os compositores do conjunto.
Tem 1,79 m. de altura.
De bebidas gosta de leite.
Não fuma.
«Porch» Super 90 é o seu carro favorito.
Adora as louras de cabelos compridos.
Gosta do «Samba Trio», «Shadows» e «Beach Boys»”
Feitas as apresentações dos meninos bem comportados, fiquemos com o êxito que foi “Tell Me Bird” no original, o de 1966, claro.
Sheiks - Tell Me Bird
No 2º EP de que já recordámos "Missing You", outro tema se destacava de nome “Tell Me Bird”.
Em 1979 voltam a juntar-se, na constituição original, e gravam o LP “Pintados de Fresco” com reinterpretação de velhos temas, entre os quais “Tell me Bird”. No vídeo seguinte podemos lembrar o que fizeram ao interessante “Tell Me Bird”, adaptando-o ao som “Disco”, tipo Bee Gees, então em moda (estávamos na época de “Saturday Night Fever”), é fraco, muito fraco.
Mas voltemos ao EP gravado em 1966 onde, na contra capa, cada um dos músicos era apresentado.
Para Carlos Mendes o texto era o seguinte:
“Toca há ano e meio, viola de acompanhamento.
É de Lisboa, muito embora esteja bastante ligado ao Norte.
Gosta de andar bem vestido.
Tem 1,78 m. de altura.
«Mousse» de chocolate é o seu «fraco».
Prefere leite a qualquer outra bebida.
Carros: «Ferrari».
Gosta das louras.
É fã dos «Beatles» e dos «Beach Boys».”
E para Paulo de Carvalho:
“É o baterista.
É de Lisboa.
Ele e Carlos são os compositores do conjunto.
Tem 1,79 m. de altura.
De bebidas gosta de leite.
Não fuma.
«Porch» Super 90 é o seu carro favorito.
Adora as louras de cabelos compridos.
Gosta do «Samba Trio», «Shadows» e «Beach Boys»”
Feitas as apresentações dos meninos bem comportados, fiquemos com o êxito que foi “Tell Me Bird” no original, o de 1966, claro.
Sheiks - Tell Me Bird
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Sheiks - Lonely Lost and Sad
Neste ano de 2016 primeiro regresso à música feita no nosso Portugal nos anos 60.
A década de 60 quase que pode ser dividida em duas partes consoante as principais influências que por cá se fizeram sentir. A primeira, mais curta, até sensivelmente 1963, com o predomínio avassalador de Cliff Richard and The Shadows, e a segunda com a invasão dos The Beatles.
Por cá um grupo está na origem desta divisão. Formados em 1963 os Sheiks, donde se viriam a destacar Carlos Mendes e Paulo de Carvalho e mais tarde Fernando Tordo, revolucionaram o panorama musical nacional com a adesão a uma sonoridade mais próxima dos The Beatles. Com capacidades vocais, técnicas e de produção acima da média ficam como uma das boas memórias dos nossos anos 60. Não se confinaram exclusivamente a interpretações de temas consagrados internacionalmente ("Summertime", "Michelle", "These Boots Are Made For Walkin'" são exemplo), também fizeram uma aposta em originais, alguns dos quais de gosto inegável.
Ao vivo na RTP podemos recordar os Sheiks, em ritmo “shake”, em duas canções , respectivamente “Summertime” e “Copo” (esta é de fugir!) ambas do primeiro EP.
Em 1966, o ano de maior produção, é editado o 3º EP e o destaque ia direito para o original “Lonely Lost And Sad” que não desmereceria qualquer grupo internacional da época. Nesse mesmo ano a internacionalização esteve por um fio com destaque para o êxito alcançado em Paris onde viriam a gravar um EP. Recordemos então “Lonely Lost And Sad” um verdadeiro “slow” como se dizia nesse tempo. Foi há 50 anos!
Sheiks - Lonely Lost and Sad
A década de 60 quase que pode ser dividida em duas partes consoante as principais influências que por cá se fizeram sentir. A primeira, mais curta, até sensivelmente 1963, com o predomínio avassalador de Cliff Richard and The Shadows, e a segunda com a invasão dos The Beatles.
Por cá um grupo está na origem desta divisão. Formados em 1963 os Sheiks, donde se viriam a destacar Carlos Mendes e Paulo de Carvalho e mais tarde Fernando Tordo, revolucionaram o panorama musical nacional com a adesão a uma sonoridade mais próxima dos The Beatles. Com capacidades vocais, técnicas e de produção acima da média ficam como uma das boas memórias dos nossos anos 60. Não se confinaram exclusivamente a interpretações de temas consagrados internacionalmente ("Summertime", "Michelle", "These Boots Are Made For Walkin'" são exemplo), também fizeram uma aposta em originais, alguns dos quais de gosto inegável.
Ao vivo na RTP podemos recordar os Sheiks, em ritmo “shake”, em duas canções , respectivamente “Summertime” e “Copo” (esta é de fugir!) ambas do primeiro EP.
Em 1966, o ano de maior produção, é editado o 3º EP e o destaque ia direito para o original “Lonely Lost And Sad” que não desmereceria qualquer grupo internacional da época. Nesse mesmo ano a internacionalização esteve por um fio com destaque para o êxito alcançado em Paris onde viriam a gravar um EP. Recordemos então “Lonely Lost And Sad” um verdadeiro “slow” como se dizia nesse tempo. Foi há 50 anos!
Sheiks - Lonely Lost and Sad
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Sheiks - Michelle
Dos Sheiks já passámos pelo pior, “Eusébio”, e melhor com “Missing You”.
Porque os Sheiks foram um caso invulgar na cena musical, dos anos 60, em Portugal, a eles voltamos. Por lá passaram, é sabido, três excelentes vozes que tiveram relevantes carreiras a solo e que ainda por aí andam: Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Fernando Tordo. Formados em 1963 teriam uma enorme popularidade ao longo da década, sendo o grupo português que esteve mais próximo da internacionalização (actuação em Paris, e edições em Espanha, França, Inglaterra e Brasil).
Pela qualidade instrumental e interpretativa rapidamente destacaram-se da mediania dos restantes grupos e, contrariamente a muitos outros conjuntos da mesma época, Conjunto Mistério, Os Titãs, etc., não foram beber à fonte dos The Shadows, mas sim directamente aos The Beatles apresentado-se assim no que podemos considerar a 2ª geração de Rock em Portugal. Os Sheiks são mesmo um marco no Rock português, há um antes e um depois do seu surgimento.
No durante, o ano mais produtivo foi sem dúvidas o de 1966 com a gravação de 4 EP, no EP de "Yesterday Man" e "These Boots Are Made For Walkin'" figurava a versão de “Michelle” dos The Beatles que agora revivemos.
Fica a certeza de a eles voltar.
Sheiks - Michelle
Porque os Sheiks foram um caso invulgar na cena musical, dos anos 60, em Portugal, a eles voltamos. Por lá passaram, é sabido, três excelentes vozes que tiveram relevantes carreiras a solo e que ainda por aí andam: Carlos Mendes, Paulo de Carvalho e Fernando Tordo. Formados em 1963 teriam uma enorme popularidade ao longo da década, sendo o grupo português que esteve mais próximo da internacionalização (actuação em Paris, e edições em Espanha, França, Inglaterra e Brasil).
Pela qualidade instrumental e interpretativa rapidamente destacaram-se da mediania dos restantes grupos e, contrariamente a muitos outros conjuntos da mesma época, Conjunto Mistério, Os Titãs, etc., não foram beber à fonte dos The Shadows, mas sim directamente aos The Beatles apresentado-se assim no que podemos considerar a 2ª geração de Rock em Portugal. Os Sheiks são mesmo um marco no Rock português, há um antes e um depois do seu surgimento.
No durante, o ano mais produtivo foi sem dúvidas o de 1966 com a gravação de 4 EP, no EP de "Yesterday Man" e "These Boots Are Made For Walkin'" figurava a versão de “Michelle” dos The Beatles que agora revivemos.
Fica a certeza de a eles voltar.
Sheiks - Michelle
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Sheiks - Missing You
Porque não seria de todo justo ficarmos na memória só o tema "Eusébio" dos Sheiks (na realidade não fica na
memória) e porque produziram temas com efectivo interesse retomamos novamente
os Sheiks.
Um dos temas que terá merecidamente ficado como referência é "Missing You" de 1966. A música enquadra-se perfeitamente no espírito da época, a melodia perfeita para a letra certa. Se tivesse sido gravada por um grupo inglês teria chegado aos Top Ten internacionais, assim ficou-se pelo nosso cantinho e na memória de alguns.
E agora uma pequena surpresa:
voilá, os Sheiks! "missing you" em ... 2008!!! Vejam se reconhecem alguém?
Agora, o original, recuamos ao ano de 1966.
Sheiks - Missing You
Um dos temas que terá merecidamente ficado como referência é "Missing You" de 1966. A música enquadra-se perfeitamente no espírito da época, a melodia perfeita para a letra certa. Se tivesse sido gravada por um grupo inglês teria chegado aos Top Ten internacionais, assim ficou-se pelo nosso cantinho e na memória de alguns.
E agora uma pequena surpresa:
voilá, os Sheiks! "missing you" em ... 2008!!! Vejam se reconhecem alguém?
Agora, o original, recuamos ao ano de 1966.
Sheiks - Missing You
Sheiks - Eusébio
Depois dos exemplos de interpretação de um êxito internacional e adaptação de um tema
popular português, vamos agora ouvir o que acontecia quando os conjuntos portugueses nos idos anos
60 se punham a compôr.
O grupo que mais se destacou e que mais popularidade obteve foi sem dúvida os Sheiks. Por lá passaram o Carlos Mendes, o Paulo de Carvalho e também o Fernando Tordo.
E, se tiveram temas de inegável qualidade, outros eram de arrepiar. Vamos ficar com um exemplo desta última categoria.
A música para recordar chama-se "Eusébio", nem mais! A gravação foi feita em homenagem ao 3º lugar no Mundial de Futebol de 1966.
Sheiks – Eusébio
Bons tempos !!!
O grupo que mais se destacou e que mais popularidade obteve foi sem dúvida os Sheiks. Por lá passaram o Carlos Mendes, o Paulo de Carvalho e também o Fernando Tordo.
E, se tiveram temas de inegável qualidade, outros eram de arrepiar. Vamos ficar com um exemplo desta última categoria.
A música para recordar chama-se "Eusébio", nem mais! A gravação foi feita em homenagem ao 3º lugar no Mundial de Futebol de 1966.
Sheiks – Eusébio
Bons tempos !!!
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