mundo da canção nº 9 de Agosto de 1970
Mais uma presença regular nas páginas da revista "mundo da canção", os Creedence Clearwater Revival, ou abreviadamente CCR. Muito populares no final dos anos 60, tinham uma música simples, forte e contagiante à qual a juventude não podia estar indiferente. Comerciais quanto baste, mas bem originais e criativos em apenas 3 anos (1968-1970) inundaram as rádios com as canções de 6 álbuns em crescente notoriedade.
Com menos de 30 minutos "Green River", de 1969, era o 3º LP do grupo e foi o primeiro que conheci na totalidade pois adquiri-o com os meus 14, 15 anos. É uma edição do Reino Unido da editora Liberty com a referência LBS 83273 do ano de 1969 e hoje é uma boa oportunidade para o voltar a ouvir.
Nele estava incluído "Wrote A Song For Everyone", cuja letra constava do nº 9 da revista "mundo da canção" saída em Agosto de 1970.
Altura, então, para regressar ao bom, velho Rock dos Creedence Clearwater Revival e desfrutar deste "Wrote A Song For Everyone".
Creedence Clearwater Revival - Wrote A Song For Everyone
Para uns recordações, para outros descobertas. São notas passadas, musicais e não só...
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terça-feira, 8 de outubro de 2019
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Creedence Clearwater Revival - Who'll Stop The Rain
mundo da canção nº 6 de Maio de 1970
Também presença regular nas páginas da revista "mundo da canção", os Creedence Clearwater Revival tinham neste nº 6 a publicação de mais três letras de canções suas, respectivamente "Commotion", "Who'll Stop The Rain" e "Lodi".
A 1ª e a 3ª do LP "Green River" (1969) e a 2ª de "Cosmo's Factory" (1970). Lembro-me bem da edição destes 2 LP, "Green River" acabei por o comprar mais tarde, já "Cosmo's Factory", para além das muitas passagens na rádio, também o pude ouvir na integra por empréstimo de um amigo meu.
A grande divulgação deste último levava-me a preferir a discografia anterior, mas tenho de reconhecer que dentro do género "Cosmo's Factory" era um disco contagiante. Dele saíram vários êxitos, quem viveu aquele tempo com certeza que se lembra bem de canções como "Travelin' Band", "Lookin' Out My Back Door", "Up Around The Bend", "Who'll Stop The Rain" e "Long as I Can See the Light"
"Who'll Stop The Rain", o retorno à juventude!
Creedence Clearwater Revival - Who'll Stop The Rain
Também presença regular nas páginas da revista "mundo da canção", os Creedence Clearwater Revival tinham neste nº 6 a publicação de mais três letras de canções suas, respectivamente "Commotion", "Who'll Stop The Rain" e "Lodi".
A 1ª e a 3ª do LP "Green River" (1969) e a 2ª de "Cosmo's Factory" (1970). Lembro-me bem da edição destes 2 LP, "Green River" acabei por o comprar mais tarde, já "Cosmo's Factory", para além das muitas passagens na rádio, também o pude ouvir na integra por empréstimo de um amigo meu.
A grande divulgação deste último levava-me a preferir a discografia anterior, mas tenho de reconhecer que dentro do género "Cosmo's Factory" era um disco contagiante. Dele saíram vários êxitos, quem viveu aquele tempo com certeza que se lembra bem de canções como "Travelin' Band", "Lookin' Out My Back Door", "Up Around The Bend", "Who'll Stop The Rain" e "Long as I Can See the Light"
"Who'll Stop The Rain", o retorno à juventude!
Creedence Clearwater Revival - Who'll Stop The Rain
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Creedence Clearwater Revival - Fortune Son
mundo da canção nº 5 de Abril de 1970
É com particular satisfação que volto aos Creedence Clearwater Revival. Não que fossem um grupo de topo nas minhas preferências na música popular dos anos 60 e 70, por vezes resvalavam mesmo para um comercialismo que não apreciava, mas a sua audição hoje em dia dá-nos uma alegria particular não só pelas boas memórias que ela transporta, mas porque, não se fazendo, hoje em dia, nada semelhante, as músicas dos CCR transmitem uma alegria contagiante à qual não se pode ficar indiferente e quando se dá conta já se está a gingar e a cantarolar.
O nº 5 da revista "mundo da canção", que temos vindo a recordar, publicava mais 2 letras de canções dos CCR, "Fortune Son" e "Travelin' Band" respectivamente dos LP "Willy And The Poor Boys" e "Cosmo's Factory".
As duas com um ritmo contagiante a lembrar-me os bailes de liceu onde, pela audição dos discos ou pelos grupos Pop que os animavam, se ouvia e dançava este tipo de música.
Do ano de 1969 recordamos "Fortune Son" e agora aproveitar e dar um passo de dança ao som dos Creedence Clearwater Revival.
Creedence Clearwater Revival - Fortune Son
É com particular satisfação que volto aos Creedence Clearwater Revival. Não que fossem um grupo de topo nas minhas preferências na música popular dos anos 60 e 70, por vezes resvalavam mesmo para um comercialismo que não apreciava, mas a sua audição hoje em dia dá-nos uma alegria particular não só pelas boas memórias que ela transporta, mas porque, não se fazendo, hoje em dia, nada semelhante, as músicas dos CCR transmitem uma alegria contagiante à qual não se pode ficar indiferente e quando se dá conta já se está a gingar e a cantarolar.
O nº 5 da revista "mundo da canção", que temos vindo a recordar, publicava mais 2 letras de canções dos CCR, "Fortune Son" e "Travelin' Band" respectivamente dos LP "Willy And The Poor Boys" e "Cosmo's Factory".
As duas com um ritmo contagiante a lembrar-me os bailes de liceu onde, pela audição dos discos ou pelos grupos Pop que os animavam, se ouvia e dançava este tipo de música.
Do ano de 1969 recordamos "Fortune Son" e agora aproveitar e dar um passo de dança ao som dos Creedence Clearwater Revival.
Creedence Clearwater Revival - Fortune Son
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Creedence Clearwater Revival - Susie Q
mundo da canção nº 4
Novo Regresso ao Passado com os Creedence Clearwater Revival, também conhecidos por CCR.
Bastante apreciados no final dos anos 60, os CCR deixaram-nos, num espaço de tempo curto, um conjunto significativo de canções às quais nunca se fica indiferente quando se ouve. De "I Put a Spell on You" a primeira faixa do 1º LP "Creedence Clearwater Revival" de 1968, a "Sweet Hitch-Hiker" a última canção do último álbum "Mardi Gras" de 1972, vão um conjunto de sucessos irresistíveis que ainda hoje nos fazem abanar o esqueleto mesmo quando estamos a escrever estas letras.
A revista "mundo da música" nº 4 de Março de 1970 publicava duas letras de dois êxitos dos Creedence Clearwater Revival, respectivamente "Susie Q" e "Down on The Corner", as duas já anterior objecto de recuperação neste blog.
Ficamos novamente com "Susie Q" mas agora na versão reduzida editada em Single.
Creedence Clearwater Revival - Susie Q
Novo Regresso ao Passado com os Creedence Clearwater Revival, também conhecidos por CCR.
Bastante apreciados no final dos anos 60, os CCR deixaram-nos, num espaço de tempo curto, um conjunto significativo de canções às quais nunca se fica indiferente quando se ouve. De "I Put a Spell on You" a primeira faixa do 1º LP "Creedence Clearwater Revival" de 1968, a "Sweet Hitch-Hiker" a última canção do último álbum "Mardi Gras" de 1972, vão um conjunto de sucessos irresistíveis que ainda hoje nos fazem abanar o esqueleto mesmo quando estamos a escrever estas letras.
A revista "mundo da música" nº 4 de Março de 1970 publicava duas letras de dois êxitos dos Creedence Clearwater Revival, respectivamente "Susie Q" e "Down on The Corner", as duas já anterior objecto de recuperação neste blog.
Ficamos novamente com "Susie Q" mas agora na versão reduzida editada em Single.
Creedence Clearwater Revival - Susie Q
sábado, 4 de março de 2017
Creedence Clearwater Revival - Bad Moon Rising
mundo da canção nº 3
Continuamos com a revista nº 3 do "mundo da canção", publicada em Fevereiro de 1970, recordando, agora as canções de origem britânica e norte-americana.
Depois dos The Kinks, nova passagem pelos Creedence Clearwater Revival dos quais a revista divulgava a letra de duas canções, "Proud Mary" e "Bad Moon Rising", ambas compostas pelo seu líder John Fogerty.
Em contra ciclo com o Rock Progressivo então em crescendo, os Creedence Clearwater Revival, ou simplesmente CCR, adoptaram por um estilo de Rock, baseado nas raízes, simples, forte e de tremendo efeito no ouvinte, ao qual não se conseguia estar indiferente. Comercial e eficaz, com um ritmo contagiante produziram êxitos atrás de êxitos no período de 1968 a 1971. Entre eles estava "Proud Mary" do 2º LP, já aqui recordado, e "Bad Moon Rising" do 3º LP ambos editados no ano de 1969 que agora podemos ouvir.
Creedence Clearwater Revival - Bad Moon Rising
Continuamos com a revista nº 3 do "mundo da canção", publicada em Fevereiro de 1970, recordando, agora as canções de origem britânica e norte-americana.
Depois dos The Kinks, nova passagem pelos Creedence Clearwater Revival dos quais a revista divulgava a letra de duas canções, "Proud Mary" e "Bad Moon Rising", ambas compostas pelo seu líder John Fogerty.
Em contra ciclo com o Rock Progressivo então em crescendo, os Creedence Clearwater Revival, ou simplesmente CCR, adoptaram por um estilo de Rock, baseado nas raízes, simples, forte e de tremendo efeito no ouvinte, ao qual não se conseguia estar indiferente. Comercial e eficaz, com um ritmo contagiante produziram êxitos atrás de êxitos no período de 1968 a 1971. Entre eles estava "Proud Mary" do 2º LP, já aqui recordado, e "Bad Moon Rising" do 3º LP ambos editados no ano de 1969 que agora podemos ouvir.
Creedence Clearwater Revival - Bad Moon Rising
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
CCR - Down on the Corner
Para os mais novos o nome John Fogerty, provavelmente, pouco dirá e a sigla CCR também não. Para os mais velhos, se a memória não atraiçoar, CCR remeterá para o grupo Creedence Clearwater Revival e John Fogerty o seu líder.
Todo o mundo sintonizado resta perguntar, quem não se lembra de “Have You Hever Seen the Rain?”, “Who’ll Stop the Rain”, ou as anteriores “Proud Mary”, “Green River”, “Bad Moon Rising”? Estas são algumas das mais conhecidas canções que os CCR gravaram em 6 álbuns entre 1968 e 1970 e que nunca mais saíram da memória. Rock simples, forte, “riffs” de ficarem no ouvido, simplesmente eficaz. Ou seja, estilo muito directo e de fácil assimilação. Por isso a revista “Rolling Stones” afirmava na época:
“São o limite máximo admissível na comercialidade musical”. Ok!
John Fogerty era o elemento principal da banda a quem se deve a maioria das composições que nos ficaram na lembrança. De um concerto gravado em 2005, John Fogerty então com 60 anos, em plena forma, aqui fica, de 1969, para que ninguém fique indiferente, o muito conhecido “Down on the Corner” (a mesma energia passados quase 40 anos!). Diga-se que, em 2016, continua activo e recomenda-se.
“Down on the Corner” aparece a abrir o 4º álbum da banda de nome “Willy and the Poor Boys” e é com o original que, por agora, ficamos.
CCR - Down on the Corner
Todo o mundo sintonizado resta perguntar, quem não se lembra de “Have You Hever Seen the Rain?”, “Who’ll Stop the Rain”, ou as anteriores “Proud Mary”, “Green River”, “Bad Moon Rising”? Estas são algumas das mais conhecidas canções que os CCR gravaram em 6 álbuns entre 1968 e 1970 e que nunca mais saíram da memória. Rock simples, forte, “riffs” de ficarem no ouvido, simplesmente eficaz. Ou seja, estilo muito directo e de fácil assimilação. Por isso a revista “Rolling Stones” afirmava na época:
“São o limite máximo admissível na comercialidade musical”. Ok!
John Fogerty era o elemento principal da banda a quem se deve a maioria das composições que nos ficaram na lembrança. De um concerto gravado em 2005, John Fogerty então com 60 anos, em plena forma, aqui fica, de 1969, para que ninguém fique indiferente, o muito conhecido “Down on the Corner” (a mesma energia passados quase 40 anos!). Diga-se que, em 2016, continua activo e recomenda-se.
“Down on the Corner” aparece a abrir o 4º álbum da banda de nome “Willy and the Poor Boys” e é com o original que, por agora, ficamos.
CCR - Down on the Corner
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Creedence Clearwater Revival - Green River
mundo da canção nº 2
Quando foi editado o nº 2 da revista de divulgação musical "mundo da canção", em Janeiro de 1970, os Creedence Clearwater Revival, ou simplificadamente CCR, eram um dos grupos Pop-Rock mais populares, tanto lá fora como por cá.
Tinham já 4 álbuns editados, e todos eles tinham constituído êxito assinalável, havendo canções que ficaram para sempre na história da música popular. Recorde-se "Susie Q", "Proud Mary", "Bad Moon Rising" ou "Down on the Corner" para se ter uma ideia de quão marcante foi a música deste grupo norte-americano.
A letra publicada pelo "mundo da canção" era "Green River" do álbum homónimo, o terceiro da carreira e o segundo do ano de 1969 (ainda seria editado antes do final do ano mais um LP, "Willy and the Poor Boys").
"Green River" é um grande álbum, não no tempo que não chega aos 30 minutos, mas na força que as 9 composições (8 das quais de John Fogerty) transmitiam. Está entre o melhor que os CCR produziram.
"Green River" foi também um dos primeiros discos que adquiri e pelo qual mantenho, passados 47 anos, um carinho especial.
Creedence Clearwater Revival - Green River
Quando foi editado o nº 2 da revista de divulgação musical "mundo da canção", em Janeiro de 1970, os Creedence Clearwater Revival, ou simplificadamente CCR, eram um dos grupos Pop-Rock mais populares, tanto lá fora como por cá.
Tinham já 4 álbuns editados, e todos eles tinham constituído êxito assinalável, havendo canções que ficaram para sempre na história da música popular. Recorde-se "Susie Q", "Proud Mary", "Bad Moon Rising" ou "Down on the Corner" para se ter uma ideia de quão marcante foi a música deste grupo norte-americano.
A letra publicada pelo "mundo da canção" era "Green River" do álbum homónimo, o terceiro da carreira e o segundo do ano de 1969 (ainda seria editado antes do final do ano mais um LP, "Willy and the Poor Boys").
"Green River" é um grande álbum, não no tempo que não chega aos 30 minutos, mas na força que as 9 composições (8 das quais de John Fogerty) transmitiam. Está entre o melhor que os CCR produziram.
"Green River" foi também um dos primeiros discos que adquiri e pelo qual mantenho, passados 47 anos, um carinho especial.
Creedence Clearwater Revival - Green River
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Creedence Clearwater Revival - Proud Mary
As 15 melhores canções de 1969 segundo o programa de rádio "Em Órbita"
Numa época em que o que de melhor se fazia na área da música popular de expressão anglo-saxónica era praticamente desconhecida em Portugal, um programa de rádio veio alterar esta realidade, foi o programa "Em Órbita" que teve o seu início a 1 de Abril de 1965.
Era então muito novo, com regularidade comecei a ouvir o "Em Órbita" no final da década, talvez por indicação de algum colega mais velho que ouvisse o programa ou a chamada de atenção de algum artigo da imprensa escrita como o seguinte pequeno texto da revista "Vida Mundial" nº 1561 de 9/5/1969 da rubrica Rádio:
"«Em Órbita» (R. C. P.) — Programa estruturado, que desde o primeiro instante abdicou de qualquer espécie de improvisação, traçando, através de um estilo até aí desconhecido na nossa rádio e depois muito imitado, um vasto panorama da moderna música anglo-saxã. Programa que no seu dinamismo e na sua densidade definiu e esclareceu o próprio movimento da canção actual, sobretudo da música que procura apreender as contradições do nosso tempo e a imagem real dos jovens.
Classificação:***
Pouco ou sem interesse: * Com interesse: ** Com muito interesse: ***"
E continuando na recordação das melhores canções do anos, seguimos com a classificada em 14º lugar, nada mais nada menos que o grande êxito que foi "Proud Mary" e fazia parte do segundo álbum "Bayou Country" do grupo americano de Rock Creedence Clearwater Revival.
Num ano de elevada produção dos CCR, nada mais que 3 LP: "Bayou Country", Green River" e "Willy and the Poor Boys" é a canção "Proud Mary" que o "Em Órbita" iria destacar e classificar na 14º posição.
Creedence Clearwater Revival - Proud Mary
Numa época em que o que de melhor se fazia na área da música popular de expressão anglo-saxónica era praticamente desconhecida em Portugal, um programa de rádio veio alterar esta realidade, foi o programa "Em Órbita" que teve o seu início a 1 de Abril de 1965.
Era então muito novo, com regularidade comecei a ouvir o "Em Órbita" no final da década, talvez por indicação de algum colega mais velho que ouvisse o programa ou a chamada de atenção de algum artigo da imprensa escrita como o seguinte pequeno texto da revista "Vida Mundial" nº 1561 de 9/5/1969 da rubrica Rádio:
"«Em Órbita» (R. C. P.) — Programa estruturado, que desde o primeiro instante abdicou de qualquer espécie de improvisação, traçando, através de um estilo até aí desconhecido na nossa rádio e depois muito imitado, um vasto panorama da moderna música anglo-saxã. Programa que no seu dinamismo e na sua densidade definiu e esclareceu o próprio movimento da canção actual, sobretudo da música que procura apreender as contradições do nosso tempo e a imagem real dos jovens.
Classificação:***
Pouco ou sem interesse: * Com interesse: ** Com muito interesse: ***"
E continuando na recordação das melhores canções do anos, seguimos com a classificada em 14º lugar, nada mais nada menos que o grande êxito que foi "Proud Mary" e fazia parte do segundo álbum "Bayou Country" do grupo americano de Rock Creedence Clearwater Revival.
Num ano de elevada produção dos CCR, nada mais que 3 LP: "Bayou Country", Green River" e "Willy and the Poor Boys" é a canção "Proud Mary" que o "Em Órbita" iria destacar e classificar na 14º posição.
Creedence Clearwater Revival - Proud Mary
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Creedence Clearwater Revival - Susie Q
Se em Inglaterra a segunda metade da década de 60 viu surgir grupos tão significativos como The Moody Blues, Jethro Tull, Led Zeppelin, King Crimson, The Nice ou os Yes, todos a ficarem conotados ao British Progressive Rock, nos Estados Unidos, o Folk-Rock e o Jazz-rock eram as sonoridades preponderantes, Bob Dylan, The Band, Crosby, Stills & Nash, Blood, Sweat and Tears e Chicago são alguns bons exemplos.
No entanto, outros grupos surgiram noutras fronteiras do Rock, a música pesada dos Mountain, o experimentalismo dos The Flock, a inspiração afro-cubana dos Santana, o Hard Rock dos MC5 e Steppenwolf, o protopunk dos The Stooges, o vanguardismo dos The Velvet Underground ou a música de fusão de Frank Zappa. Ou ainda o Blues Rock comercial dos Creedence Clearwater Revival. É com estes que ficamos.
Os Creedence Clearwater Revival, também conhecidos por CCR, por simplificação, existiram no período de 1967-1972, tornaram-se particularmente populares e granjearam a simpatia de público muito variado, deixaram-nos 7 álbuns de originais.
O sucesso chegou logo em 1968 com a edição do primeiro álbum com o mesmo nome do grupo.
Creedence Clearwater Revival - Susie Q
No entanto, outros grupos surgiram noutras fronteiras do Rock, a música pesada dos Mountain, o experimentalismo dos The Flock, a inspiração afro-cubana dos Santana, o Hard Rock dos MC5 e Steppenwolf, o protopunk dos The Stooges, o vanguardismo dos The Velvet Underground ou a música de fusão de Frank Zappa. Ou ainda o Blues Rock comercial dos Creedence Clearwater Revival. É com estes que ficamos.
Os Creedence Clearwater Revival, também conhecidos por CCR, por simplificação, existiram no período de 1967-1972, tornaram-se particularmente populares e granjearam a simpatia de público muito variado, deixaram-nos 7 álbuns de originais.
O sucesso chegou logo em 1968 com a edição do primeiro álbum com o mesmo nome do grupo.
Neste álbum inicial carregado de Blues destacava-se John Fogerty, vocalista e guitarrista do grupo que se manteve após o fim dos CCR com carreira a solo que se prolonga até aos nossos dias.
Deste primeiro álbum seleciono "Susie Q", um original de Dale Hawkins dos anos 50, aqui numa versão de 8 minutos que tanto ouvimos na nossa juventude, a lembrar os bailes de finalistas dos anos 60.
Creedence Clearwater Revival - Susie Q
sábado, 15 de novembro de 2014
Screamin' Jay Hawkins - I Put a Spell On You
A música negra e branca norte-americana tinham,
na década de 50, características substancialmente diferentes. A interpenetração
destas duas culturas musicais e respectivos mercados efectuou-se a meio da década com o surgimento
do Rock´n´Roll. O mercado pop do mundo branco viu-se progressivamente
confrontado com a adesão da juventude branca aos ritmos rápidos do Rhythm’n’Blues,
a sua expansão fez-se adocicando, quer no ritmo quer nas letras da música negra,
e no lançamento de ídolos branco de mais fácil aceitação, Pat Boone, Paul Anka,
Bill Halley, Elvis Presley.
Screamin’ Jay Hawkins (1929-2000) foi um músico negro de Rhythm’n’Blues, tendo-se destacado em poderosas vocalizações consideradas obscenas e verdadeiras representações teatrais. Screamin’ Jay Hawkins foi mesmo “… proibido de actuar em público por indecência: entrava em palco num caixão donde saía segurando um crâneo que fumava um cigarro e a que chamava Henry, provocava os espectadores física e oralmente, e depois ia-se embora envolto numa nuvem de fumo” em “POPMUSIC-ROCK” de Philippe Daufouy/Jean-Pierre Sarton.
Com carreira e discografia longas o tema pelo qual ficaria a ser conhecido foi “I Put A Spell On You” de 1956. Das dezenas de versões que teve a mais conhecida deverá ser a efectuada pelos CreedenceClearwater Revival para o primeiro álbum do grupo em 1968.
Agora a recuperação de “I Put A Spell On You” pelos Creedence Clearwater Revival, em Woodstock, a 16 de Agosto de 1969.
Outros destaques vão para “Not Anymore”, “Frenzy” ou talvez a melhor de todas “Constipation Blues”, mas não resisto a terminar com o incontornável “I Put A Spell On You”. Excelente!
Screamin' Jay Hawkins - I Put a Spell On You
Screamin’ Jay Hawkins (1929-2000) foi um músico negro de Rhythm’n’Blues, tendo-se destacado em poderosas vocalizações consideradas obscenas e verdadeiras representações teatrais. Screamin’ Jay Hawkins foi mesmo “… proibido de actuar em público por indecência: entrava em palco num caixão donde saía segurando um crâneo que fumava um cigarro e a que chamava Henry, provocava os espectadores física e oralmente, e depois ia-se embora envolto numa nuvem de fumo” em “POPMUSIC-ROCK” de Philippe Daufouy/Jean-Pierre Sarton.
Com carreira e discografia longas o tema pelo qual ficaria a ser conhecido foi “I Put A Spell On You” de 1956. Das dezenas de versões que teve a mais conhecida deverá ser a efectuada pelos CreedenceClearwater Revival para o primeiro álbum do grupo em 1968.
Agora a recuperação de “I Put A Spell On You” pelos Creedence Clearwater Revival, em Woodstock, a 16 de Agosto de 1969.
Outros destaques vão para “Not Anymore”, “Frenzy” ou talvez a melhor de todas “Constipation Blues”, mas não resisto a terminar com o incontornável “I Put A Spell On You”. Excelente!
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Screamin' Jay Hawkins - I Put a Spell On You
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