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domingo, 13 de maio de 2018

Serge Gainsbourg - Ballade de Melody Nelson-Valse de Melody

O tempo de duração de um disco de música tem vindo a aumentar de acordo com a evolução tecnológica.

No tempo do vinil a duração média de um álbum situava-se nos 45 minutos. Quando tinha menos tempo achava-se que tinha sido mal aproveitado e poucos eram os que ultrapassavam os tais 45 minutos.
Com o digital e o advento do CD esse tempo aumentou significativamente. É raro um álbum com menos de 60 minutos e alguns chegam mesmo perto dos 80 minutos (o limite permitido pelo CD). Dir-se-ia que a criatividade aumentou proporcionalmente ao espaço de gravação, mas não é verdade. Por vezes tem-se mesmo a sensação que alguma contenção na duração dos álbuns resultaria em obras mais equilibradas (veja-se por exemplo a reedição de obras em CD por vezes com extras desnecessários). Por outro lado dispor-se de 80 minutos dedicados exclusivamente à audição de um CD é cada vez menos frequente, a menos que se coloque como música de fundo enquanto se anda pela casa e não se lhe presta a devida atenção.
Já não falo nos dispositivos de leitura de MP3, ou outros formatos comprimidos, com tempos de gravação infindáveis e qualidade duvidosa. Não percebo mesmo como a venda do formato MP3 pode ser um negócio em si.
Adiante, pois, se virmos bem, a questão não está propriamente na duração dos suportes de gravação mas sim na qualidade intrínseca da obra.
Num tempo em que não havia tecnologia de gravação Richard Wagner compôs “O Anel de Nibelungo” que dura cerca de 15 horas (14 CD na actualidade). No tempo do vinil Nick Drake gravou “Pink Moon” que dura somente 28m34s e Serge Gainsbourg “Histoire de Melody Nelson” com apenas 28m08s. Ficamos então na pequena jóia que é “Histoire de Melody Nelson”, ou seja a história do amor trágico de um homem pela jovem menor Melody (Jane Birkin).


Edição norte-americana em CD da editora light in the attic,
 referência LITA 040 de 2009



Gainsbourg e Birkin no seu melhor, estávamos em 1971.
Seguem os temas “Ballade de Melody Nelson” e “Valse de Melody”.




Serge Gainsbourg - Ballade de Melody Nelson-Valse de Melody

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Jane Birkin - Serge Gainsbourg - Je t'Aime... Moi Non Plus

mundo da canção nº 2

Já recordámos "Je t'Aime... Moi Non Plus" na versão de Serge Gainbourg com a Brigitte Bardot a qual só foi conhecida nos anos 80. O sucesso foi mesmo para a versão de Serge Gainsboug com a sua esposa Jane Birkin. Decorria o ano de 1969 e pese todas as proibições, com o Vaticano a considerar a canção obscena,  "Je t'Aime... Moi Non Plus" foi um enorme êxito.

A revista "mundo da canção", em Janeiro de 1970, no seu nº 2 diz que "A composição "Je t'aime ... moi non plus" esteve no cume do "top" do Porto", ou seja era o disco mais vendido. Foi exactamente no Natal de 1969 que o meu pai comprou no Porto o Single que agora recordamos.



A letra de "Je t'aime... moi non plus" foi igualmente transcrita neste nº do "mundo da canção".



Jane Birkin - Serge Gainsbourg - Je t'Aime... Moi Non Plus

sábado, 7 de março de 2015

Jane Birkin - Serge Gainsbourg - Jane B.

“Je t’aime… moi non plus”, de Serge Gainsbourg e Jane Birkin, provocou escândalo em muitos países da Europa e por cá, parece que chegou mesmo a ser proibida de passar na nossa rádio. Recordo-me, no entanto, de a ouvir na rádio pelo que devia depender das estações. Quanto ao disco, esse encontrava-se à venda pelo que seriam contradições de uma censura pouco inteligente.

No lado B do Single aparece a canção “Jane B.” que evidentemente passou despercebido face ao sucesso de “Je t’aime… moi non plus”. A bela “Jane B.” é baseada num belo prelúdio de Chopin.



E agora, toda a melancolia de "Jane B." com Serge Gainsbourg e  Jane Birkin



Jane Birkin - Serge Gainsbourg - Jane B.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Serge Gainsbourg & BB - Je T'aime Mois Non Plus

Para hoje mais um retorno a Serge Gainsbourg. Desta vez para o incontornável “Je t’aime moi non plus“.
Como que a culminar a libertação sexual ocorrida na década Serge grava em 1969 com Jane Birkin a polémica e erótica canção “Je t’aime moi non plus“. De seguida o vídeo com o casal tendo por fundo “Je t’aime moi non plus“:




No entanto, esta não foi a versão original do tema. Reza a história que um dia BB (Brigitte Bardot, nem mais) terá pedido a Serge Gainsboug para escrever a mais bela canção de amor, tendo daí resultado “Je t’aime moi non plus“. Serge e Brigitte chegam mesmo a efectuar em 1968 a gravação que não viu a luz do dia por BB a ter considerado demasiado audaciosa (só nos anos 80 seria editada). Já conhecíamos os ais e os uis de Jane Birkin, vamos agora ficar com os suspiros da Brigitte Bardot. E agora a escolha, BB ou JB (a música, claro!).



Serge Gainsbourg & BB - Je T'aime Mois Non Plus

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Jane Birkin - Serge Gainsbourg

43 anos separam estas imagens!

Primeiro, a capa do Single, de 1969, “je t’aime… moi non plus” de Jane Birkin com Serge Gainsbourg.

 
 
Em 2012, finalmente o concerto  “Jane Birkin canta Serge Gainsbourg” , o bilhete e o folheto de anúncio do concerto.


 

 

Boas memórias!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Serge Gainsbourg & Jane Birkin - 69 année érotique

Ainda a música francesa, agora, mais recuada.

Serge Gainsbourg e Jane Birkin foram um casal incontornável da cultura francesa das décadas de 60/70. O casal ficaria popularizado pelo polémico e bem conhecido tema “Je t’aime moi non plus“.

Serge Gainbourg enquanto músico percorreu variados caminhos, do Jazz ao Rock, do Reggae ao Pop. Teve uma vida de excesso no tabaco, no álcool e nas mulheres. Provocador nato, ficou conhecido o incidente ao vivo na televisão francesa em 1986 com Whitney Houston quando ele para espanto de todos e atrapalhação do locutor diz referindo-se a Whitney Houston “I want to fuck her”. Ou ainda o clip “Lemon Incest” por ele realizado na cama com a filha, a agora reconhecida actriz, Charlotte Gainsbourg.
Há 45 anos estávamos em 69, o ano erótico para Serge Gainsbourg . “69 Année Érotique” é precisamente o tema eleito.



Separaram-se em 1980. Serge Gainsbourg faleceu em 1991. Jane Birkin continua activa no cinema e na canção. Em, 2012, finalmente vi Jane Birkin em concerto na Casa da Música.
Recuemos a 1969 para ficar com Serge Gainsbourg & Jane Birkin e o seu “69 année érotique”.


Serge Gainsbourg & Jane Birkin - 69 année érotique